Sentir e existir

Não mastigue o tempo. Sinta que ele é múltiplo. O perigo é fazer dele um caminho de preconceitos.Lembre-se de que desde os primórdios se fala em culpa.Traz peso. Incomoda.Temos que viver a história abrindo as portas, A verdade deve ser discutida e a coragem é uma necessidade. Portanto, há os delirantes que infernizam qualquer harmonia, visando estremecer o medo.Muitos são psicopatas ou donos de pesadelos doentios.

Jogar a sensibilidade fora é rasgar seu próprio eu. O sentimento ajuda a esclarecer as magias do existir. Não siga os que apenas enaltecem a razão.A dúvida merece conversa, mas a tristeza também mora nas andanças da vida. Há teoria fabulosas. Não vamos menosprezar Voltaire, Descartes, Jung, Nietzsche, Marx, Susan Sontag, Agnes Heller e tantos outros e outras. Porém, é preciso não inventar santificações. A autonomia produz lucidez, anima o desejo.

Gosto de imaginar mundos, embora tenha desconfianças estabelecidas. De repente, surgem trevas e intrigas assassinas. Querem sacudir o planeta com idiotice ou mesmo ambições nada serenas.Isso me dói.Sou do afeto, crio minhas fantasias, mas não me desligo do próximo. Quem massacrar a solidariedade está desiludido e se veste de louco para ocupar as vitrines. São os que medem os reinos da mediocridade.

Olhar os horizontes, soltar os pássaros, compreender a agonia, desconstruir os labirintos, tudo isso reinventa o existir. Deixe a apatia no meio da estrada e sinta que é possível ir adiante. Não enlouqueça com o jogo das informações. Há quem as fabrique, há quem atice as divergências, há quem curta a mesquinhez. Nem tudo se completa, a vida se estica. o sono anuncia o cansaço. Saber as profecias finais é apenas um acrobacia sem limites.

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