Posts Tagged ‘acaso’

A melancolia do zero

A MELANCOLIA DO ZERO Pegue o passaporte da viagem e escolha o desenho da fantasia. Não se entregue ao psicodélico, nem a droga que matou Hendrix. Não tome uma carona para Woodstook e relembre maio de 1968, esqueça um pouco da folia e ressuscite as utopias possíveis. Sinta que canhões assustavam crianças no Vietnam e permanecem na […]

Read the rest of this entry »

A política de todos os oceanos

Não se podia esperar travessias menos amargas. Tudo está muito confuso, complexidades inesperadas.Há surpresas que atormentam. Não temos condições de votar pelos outros. Seria um caos. A política é uma escolha com objetividades precárias. Nem sempre a lucidez ganha espaço, os ressentimentos viajam pelos corações. A sociedade é território da diversidade. É lamentável que Dória […]

Read the rest of this entry »

Contar as tristezas

Não se esconde as lágrimas, nem se quebra espelhos. a vida não se entrega com a raiva que se forma. Cada momento escolhe deveres e se cansa dos tempos, mas o desespero provoca desistências e pesadelos. Como construir as arquiteturas históricas é desafio, pois desenhos vacilantes, obscurecem os olhares. Os sentimentos correm, escorregam, sobrevivem. As […]

Read the rest of this entry »

O mundo se salva ou engana?

Sempre li os sofistas com atenção, desde dos tempos que gostei de passear pela filosofia grega. Sei que Aristóteles é sábio, encanta o ocidente, inventou reflexões. No entanto, prefiro entender que o homem é a medida  de todas as coisas. Passo horas pensando na relatividade e na magia. Sinto que os sofistas eram companheiros da […]

Read the rest of this entry »

Transcendências e acasos

Há transcendências indefiníveis que lembram sonhos de eternidades. escritas que trazem desenhos nos corpos que se pensam imortais. A vida se inventa na história de cada um, nos acasos passageiros, seus enredos não aprisionam  a imaginação, são inacabados e frágeis. Não pense que o tempo terá um fim, nem julgue o mundo no infinito do […]

Read the rest of this entry »

Arquitetura e nudez da solidão

Não se esconda no labirinto da primeira esquina. Queira distância. Não pense também que os labirintos são feitos apenas de pedras ou concreto armado. Solte-se. Deixa a imaginação sacudir o corpo e submergir com força. O labirinto dialoga com a solidão. Pode ser uma fantasia, uma figura geométrica desenhada num caderno avulso. Então se volte […]

Read the rest of this entry »

Paul Auster: os acasos da história

  O mundo ferve. Não sei quem escreveu o enredo de tanto desencontro. Parece que as tecnologias não conseguem salvar os desgovernos. As notícias nos deixam perplexos. Acontecem coisas que já deveriam ter sumido da convivência social. A história é mesmo uma trilha de incompletudes. Voltam crueldades, violências gratuitas, políticas lotéricas. O futuro é uma […]

Read the rest of this entry »

A vida, o infinito, as divagações

          Na poeira das estrelas, os infinitos se formam e se espalham. Há um deus que compreende as luzes e se esconda das sombras, espantado e medroso. Toda a complexidade não cabe na inteligência mínima da criatura inventada, cada fragmento não é revelação, mas palavra que pertence a arcanjos  preguiçosos.. A história é o nome […]

Read the rest of this entry »

A vida e a borboleta

 Faça uma rasura dramática no enredo da vida. Não meça o fim da aventura improvisada, nem chore a lágrima sacrificada no passado. Conte  sua história  com uma deselegância gratuita e efêmera. Despreze quem imita o sucesso anônimo e vagabundo e não  se constranja com a ausência tardia e imprecisa. Recorde o que ficou das sombras […]

Read the rest of this entry »

Anderson: o corpo, o delírio, o limite

Ganhar parece ser um destino na sociedade do espetáculo. Nem todos  merecem êxitos e milhões. Não faltam possibilidades de exibição. O capitalismo é senhor de muitas artimanhas. Traz do passado sentimentos, reinventa comportamentos, celebra religiosidades, aparentemente, desfeitas. Não se vive sem ídolos, mas os santos estão ocupando espaços. Portanto, a sociedade traça caminhos diversos, pois […]

Read the rest of this entry »