Posts Tagged ‘acaso’

As escritas da política e as escritas do mundo

  O domínio sobre o que está escrito é polêmico. A história namora com o acaso. Criam-se expectativas que morrem antes de qualquer suspiro. A política é campo de incertezas. Aparecem figuras obscuras que seduzem. Outras acertam pacto democráticos, mas não conseguem superar. Portanto, o voto é turbulento. As viradas surgem, porém não estamos livres […]

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Nas metáforas de Kafka: o humano de muitas formas

Quem se prende no homogêneo esgota a imaginação. O sossego é sempre passageiro. A vida contemporânea pede inquietação. Há mistura de formas, o invisível atiça a subjetividade e os dias ganham uma velocidade inesperada. Nem todos percebem. Daí, a história possuir atmosfera de acaso, mas não assombrar os apáticos. Há quem se debruce sobre o […]

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A melancolia do zero

A MELANCOLIA DO ZERO Pegue o passaporte da viagem e escolha o desenho da fantasia. Não se entregue ao psicodélico, nem a droga que matou Hendrix. Não tome uma carona para Woodstook e relembre maio de 1968, esqueça um pouco da folia e ressuscite as utopias possíveis. Sinta que canhões assustavam crianças no Vietnam e permanecem na […]

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A política de todos os oceanos

Não se podia esperar travessias menos amargas. Tudo está muito confuso, complexidades inesperadas.Há surpresas que atormentam. Não temos condições de votar pelos outros. Seria um caos. A política é uma escolha com objetividades precárias. Nem sempre a lucidez ganha espaço, os ressentimentos viajam pelos corações. A sociedade é território da diversidade. É lamentável que Dória […]

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Contar as tristezas

Não se esconde as lágrimas, nem se quebra espelhos. a vida não se entrega com a raiva que se forma. Cada momento escolhe deveres e se cansa dos tempos, mas o desespero provoca desistências e pesadelos. Como construir as arquiteturas históricas é desafio, pois desenhos vacilantes, obscurecem os olhares. Os sentimentos correm, escorregam, sobrevivem. As […]

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O mundo se salva ou engana?

Sempre li os sofistas com atenção, desde dos tempos que gostei de passear pela filosofia grega. Sei que Aristóteles é sábio, encanta o ocidente, inventou reflexões. No entanto, prefiro entender que o homem é a medida  de todas as coisas. Passo horas pensando na relatividade e na magia. Sinto que os sofistas eram companheiros da […]

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Transcendências e acasos

Há transcendências indefiníveis que lembram sonhos de eternidades. escritas que trazem desenhos nos corpos que se pensam imortais. A vida se inventa na história de cada um, nos acasos passageiros, seus enredos não aprisionam  a imaginação, são inacabados e frágeis. Não pense que o tempo terá um fim, nem julgue o mundo no infinito do […]

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Arquitetura e nudez da solidão

Não se esconda no labirinto da primeira esquina. Queira distância. Não pense também que os labirintos são feitos apenas de pedras ou concreto armado. Solte-se. Deixa a imaginação sacudir o corpo e submergir com força. O labirinto dialoga com a solidão. Pode ser uma fantasia, uma figura geométrica desenhada num caderno avulso. Então se volte […]

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Paul Auster: os acasos da história

  O mundo ferve. Não sei quem escreveu o enredo de tanto desencontro. Parece que as tecnologias não conseguem salvar os desgovernos. As notícias nos deixam perplexos. Acontecem coisas que já deveriam ter sumido da convivência social. A história é mesmo uma trilha de incompletudes. Voltam crueldades, violências gratuitas, políticas lotéricas. O futuro é uma […]

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A vida, o infinito, as divagações

          Na poeira das estrelas, os infinitos se formam e se espalham. Há um deus que compreende as luzes e se esconda das sombras, espantado e medroso. Toda a complexidade não cabe na inteligência mínima da criatura inventada, cada fragmento não é revelação, mas palavra que pertence a arcanjos  preguiçosos.. A história é o nome […]

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