Posts Tagged ‘afeto’

Papai Noel anuncia o reino do consumo solto

A maioria das mercadorias oferecidas no mercado de consumo deve sua atração e seu poder de recrutar consumidores ávidos a seu valor de investimento, seja ele genuíno ou suposto, anunciado de forma explícita ou indireta (Z. Bauman). Papai Noel se aproxima com sua sedução. Roupa vermelha, idade flutuante, magia para agitar os negócios. O velhinho se […]

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Os afetos e as palavras: a conjugação da vida solta

Criar polêmicas faz parte do ato de escrever. As palavras comunicam-se com o mundo, mesmo que expressem silêncios permanentes. Equivoca-se quem despreza a escrita, por mais simples e despretensiosa que seja. A cultura não é somente imagens, tão divulgadas pelas invenções tecnológicas recentes. Ler a convivência social é uma grande arte, sobretudo quando fertilizamos conexões. […]

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As dores do mundo, as ilusões das drogas

Assisti a uma reportagem que me trouxe outros dados sobre o consumo de drogas. É um assunto que ocupa a contemporaneidade, pois consegue destruir culturas e acelerar o desfazer de valores. Suas dimensões internacionais amedrontam, mais ainda, os governos e angustia as famílias. É ponto de desequilíbrio da afetividade. As cenas que vi da cracolândia paulista são […]

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A tristeza de Dilma, as verdades sombrias do mundo

Há notícias que tem destaque reduzido. Ocupam páginas de jornal esquecidas. Passam, sem causar alarde. Gosto de ir fundo e sou pescador dos detalhes. O mundo é vasto, é sempre bom lembrar. As controvérsias não param e as disputas tornam-se comuns e enfadonhas. A sociedade, porém, mantém seus vícios, renova o estoque de máscaras, aposta na […]

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As máquinas invertem poderes e sentimentos

O texto é uma confissão. Por mais que esconda sentimentos, ele termina firmando resgistros íntimos. Cabe ao leitor usar da intuição. As ficções pertencem a todos. Cada coisa, que carrego, possui singularidades e entrelaçamentos. O texto escorrega, faz suas curvas, flui na rapidez da digitação. Não se engane com a preciosidade das máquinas. Na pressa, […]

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Brincadeiras de vida/morte no descuido do outro

                     Viver é multplicar-se. A identidade de cada um não está parada. Ela se espelha nos outros, mas se firma nos seus atos de autonomia. A queda  constante das certezas e o aumento do consumo dos descartáveis influenciam nas descobertas da vida. Portanto, a identidade se movimenta, jamais adormece na monotonia de um único […]

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Barcelona abraça Ronaldinho: o afeto não se esconde

O futebol não é disputa seca, onde a competição domina, amplamente,  e se faz soberana. Na  sua trama, há espaço para  afetos e contemplações. As violências, as misérias, as guerras  estão no mundo, mas não resumem as possibilidades humanas. A capacidade de inventar corre e desafia. A vibração do encanto não está, sempre, adormecida. Como os belos […]

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