Posts Tagged ‘amor’

Bauman: a vida se dissolve e desencanta




  O tempo não tem pertencimento. Não há lágrimas que o convença a mudar sua rota. Talvez, nem ele a conheça. Vamos caminhando, de repente um abismo e tudo se finda. Difícil pensar a história, quando a abraça o desejo incontrolável. Morreu Bauman que tinha uma sensatez imensa e criticava o mundo capitalista com intensidade. […]




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A esquina e a vida, os amores e os gritos




Encontrei a vida numa esquina abandonada. Lembrei-me da noite triste e de um pesadelo longo. Desenhei o tempo, senti lonjura, fechei os olhos ardentes. Vi que nunca sou o mesmo e o afeto me abraça quando tenho medo. Há amores desfeitos nos gritos históricos e ocupações tardias que anunciam espaços inesperados e redefinidos. O mundo […]




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A invenção do corpo




Não toque no corpo com se fosse um estranho, mas como um marinheiro que não tem medo de mares. Sinta que a química do coração não é simples, joga travessuras e refaz surpresas antigas. Não pense que a aventura não tem instantes amargos, e deixe os desprazeres no berço da nostalgia. Habite a moradia que […]




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Não compreenda o amor




Gosto de pensar sobre o impossível. Está tudo tão confuso que não adianta buscar esclarecimentos. A justiça se contradiz, Temer telefona para Faustão, as notícias e a credibilidade estão ameaçadas. As sociedades humanas vivem lutos e lutas. Não há sossego, mas uma sucessão de guerras e violências. Nos Estados Unidos, o racismo continua e as tensões […]




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O amor e o corpo: vida




Se o amor estranha o movimento do corpo, o afeto se desfaz e os fragmentos se encolhem nervosos. A rapidez da vida está na gravidez do sonho impossível. O desejo esconde o infinito anônimo, a singularidade das estrelas solitárias. Não deixe que o amor risque o impossível, compreenda-se e fuja, nem que as travessias sejam […]




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Estou por aqui




Pergunto ao tempo o que me incomoda, não me interesso pela resposta, nem me sinto contemplado. Observo que a agonia da incompletude cria  a cultura, e que há regras que levarão depois ao desatino. Desestabeleço medidas e apago fingimentos, com firmeza, nada mais cruel do que um espelho sem moldura mínima. Visito a moradia das […]




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Cada tempo, cada palavra, cada amor




  O verso não dito está perdido na origem indecifrável, não acredite, então, na palavra única e acabada. Há o tempo que é síntese mínima e profunda , aproximando as medidas desfiadas que pareciam distantes. Há a complexidade do desenho labiríntico e fantasioso, determinando a teimosia de caminhos inesperados. Nunca desistir e resistir no colo […]




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A invenção da vida, a fronteira muda




Quem não costuma perguntar o caminho da certeza e fica insatisfeito ao saber que ele é duvidoso e tardio? A vida se inventa sem que firmemos os caminhos da lógica, a divisão das fronteiras se refaz quando a magia aparece com os acasos soltos e inquietos. Não há engano que arquitete destino e aprisione o […]




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Os amores anônimos (Reflexões !)




O amor está em toda parte, com adjetivos diversos, suspeitos. Ele se transforma , narra histórias de sombras e luzes. Confunde-se com a paixão, acelera o tempo, inventa desenganos, ver a vida correr ,cercada de sentimentos, sempre inquieta, sem o manto do sossego. O amor sofre com a pressa do individualismo, com as curtições descartáveis. […]




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Amores serenos, paixões delirantes, histórias soltas




A afetividade não deixa de ser um registro que me toca. Fico perplexo quando ouço pessoas desprezando-a,  afirmando que se trata de um assunto sem ressonância entre as coisas chamadas sérias. O que seria a vida sem a aproximação dos outros, sem o olhar apaixonado, sem a cabeça no colo? Há tantos exemplos que esgotariam […]




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