Posts Tagged ‘caos’

A poeira do caos

A poeira vermelha do caos enche os olhos de lágrimas, o mundo permanece indefinido como um deserto. Não meça a culpa, nem estranhe as utopias enfermas, a ilusão corre com uma razão desfeita e melancólica. Cada aventura do tempo é desenho de curvas antigas, o futuro não existe quando o sentido se fragmenta. Sei do […]






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O que sei é que quase nada sei

    As instabilidades deixam todos inseguros. Não pense que Temer ri gratuitamente. Há disfarces, os políticos são atores qualificados para multiplicar fingimentos. No entanto, as complicações não desaparecem. A expectativa é geral. Notícias de hoje não servem para amanhã. As interpretações da leis possuem sábios aplaudidos e manobras vergonhosas. Moro é o capitão da […]






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O caos sem resposta

No caos que desmonta o infinito a mentira monopoliza os desejos sem destino. A escolha é jogo quando os valores apagam as crenças e acumulam o lixo, o espelho que prende o segredo se parte como uma escultura maldita. Não pense que cada passo é a história buscando saberes, o delírio da verdade embriagada, não […]






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O mundo se salva ou engana?

Sempre li os sofistas com atenção, desde dos tempos que gostei de passear pela filosofia grega. Sei que Aristóteles é sábio, encanta o ocidente, inventou reflexões. No entanto, prefiro entender que o homem é a medida  de todas as coisas. Passo horas pensando na relatividade e na magia. Sinto que os sofistas eram companheiros da […]






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Modernidade líquida: identidades soltas

  No mundo acadêmico, há suspiros autoritários. A burocracia oprime, provoca confusões, despreza argumento, inibe o debate. Formam-se regras com ausência de reflexão. Elas significam a qualidade que o pragmatismo e a competição buscam difundir. Há muitos disfarces, porque as teorias nem sempre procuram tocar nas transparências ou na possibilidade de fugir da mesmice. Não […]






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A cidade sitiada, a cidade possuída

  As cidades se formam seguindo os caminhos das histórias que a sociedade humana vive. Elas estreitam relações, juntam diferenças, provocam multiplicidades. Mas as cidades nunca foram, de uma maneira geral, lugares de sossego. Algumas representam descontroles e violências constantes. O aumento da população motiva mudanças e consolida também hábitos tirânicos. Muita gente exige sofisticação […]






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As fugas e os desamparos

  As assombrações não fogem da história. Não há tempos transparentes, verdades sem astúcias, amores estáveis, medos desamparados. Os corpos se vestem de roupas tradutoras de memórias confusas e gratuitas. Não há como traçar linhas, sem cores, caminhos sem abismo, sossegos indiferentes e preguiçosos. Moradias esquisitas guardam vestígios de exílios amargurados e desconfianças mal resolvidas. […]






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O vacilar do caos e as vestimentas do mundo

Pense que a contemplação desfez o descartável e os arcanjos vestiram-se de azul. Aprofunde o olhar e desperte as estrelas que estão adormecidas preguiçosamente. O sentimento compõe-se de dores, expectativas vagas e indefinidas nos  espaços sem formas, nem fronteiras. As curvas e as retas pintam as cores sombrias dos abismos repentinos e assombrados. Há uma […]






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O mínimo do mundo

                                                            a página é branca                         o coração, vermelho                         a palavra, cristal                         as imagens levitam                         não têm traços definidos                         são lembranças de todos os desejos.                           o mundo é azul                          o eu, uma parte mínima do azul                          o caos, o encontro dos cosmos perdidos.                                                   a […]






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O fetiche da mercadoria e a trilha das invenções

As mudanças trazidas pela modernidade nem sempre se vestiram com o otimismo que animou os amantes das utopias. A revolução industrial criou outras atmosferas para convivência social. Jornadas de trabalhos intensas anunciavam que a fome dos capitalismo é veloz. Estamos, agora, no século XXI. Sabemos que modernidade não foi uma revolução repentina. Ele se deu com […]






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