Posts Tagged ‘consumo’

Pertencimentos: amores, paixões, consumos

  Fala-se na rapidez. Nada permanece, tudo custa segundos. Não há como se segurar, pois as tempestades invisíveis ganham o mundo. Os intelectuais se lamentam  da fugacidade dos saberes. Como compreender  tanta complexidade e ainda exigir clareza das atitudes políticas?  Vivemos a falta de transparências ou ela nunca existiu ? Não me angustio. Os exageros […]

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Os namoros do consumo de Narciso

    Quem é lúcido não deve ficar atrás de verdades absolutas. A sociedade exige que as convivências se multipliquem e surjam surpresas. Não dá para formular regras definitivas. A história caminha com vacilações. Muitos aprendem com os deuses , outros ficam envolvidos com a arte. Há quem siga as travessuras dos demônios. Ficar extático […]

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Que afeto se mantém no mundo fragmentado?

  O desmanche da cultura ocidental não é tema novo. Uma visita aos pensadores do século XIX me lembra muita coisa. Nietzsche, Marx, Schopenhauer e tanto outros me mostravam a quebra de valores. O capitalismo crescia rapidamente sempre favorecendo às minorias ricas. As tradições se esfarrapavam com as aristocracias respirando com dificuldades. É claro que […]

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O mundo do lixo e do luxo

  Quem pensa nas políticas de inclusão social deve ficar atento aos malabarismos existentes na vida do capitalismo.. Elas movimentam valores éticos, cria tensões, procuram descobrir saídas e disfarçar certas violências. Trazem e estimulam controvérsias. É importante amenizar os desencontros e denunciar as desigualdades. Há muito o que se fazer na complexidade que agita o […]

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O fim de ano e os afetos vadios

A sociedade vive suas festas e suas tradições com proximidades profundas com o consumo. É nebuloso observar as celebrações e seus conteúdos afetivos. Muitas comemorações enchem os bares e as casas de festas. O delírio  toma conta do cotidiano. Tudo medido pelas ofertas que se mostram nas vitrines. Parece que esqueceram que navegar é preciso. […]

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Os rituais do tempo no meio do mundo do consumo

A sociedade não vive sem seus rituais. Não podemos ficar num cotidiano sem surpresas e celebrações. Há o que festejar e ultrapassar os limites da mesmice. Cada cultura vive suas singularidades. As diferenças não se acabaram, mesmo sendo mínimas. Estamos num capitalismo com suas artimanhas que se espalham pelo mundo. Final de ano representa um […]

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O mundo das mercadorias, dos amores, dos consumos

Quem escreve a história não pode ficar desatento ao movimento das coisas. As pessoas relacionam-se, intensamente, mesmo usando disfarces, mas estão numa sociedade onde o valor de troca é comum. Portanto, há muito confusão, os individualismos multiplicam-se, pois a concorrência não vacila. Surgem as dúvidas que não se afastam do cotidiano. Na medida, que a […]

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Margareth T., a salvação,o cotidiano, as histórias

Ninguém se impressiona com as velocidades do mundo ou das invenções científicas. Faz-se o registro, mas nada de alardes extraordinários. Aprendemos a conviver com o descartável e a caverna do tempo se torna um espelho de múltiplas formas. Portanto, não vamos criar muros de lamentações. Cada um procura adaptar-se aos ritmos inusitados, dentro de um […]

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O mundo da renúncia, da possibilidade, dos descuidos

Enfrentar a velocidade das mudanças é um desafio. Os valores estão quebrando-se e a sociedade não consegue saber quais os caminhos que estão desfeitos. Acha que o consumo salva, embora haja desconfianças e insatisfações. No entanto, a confusão não retira o desejo de seguir adiante. Renunciar aos encantos das tecnologias é incomum. As profecias não […]

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As tragédias:permanências, perdões, disfarces

A história não é nada uniforme. Surpreende. Não há como exercer controle absoluto sobre os fatos. Com toda tecnologia sofisticado cercando nossas vidas, as incompletudes continuam e os desejos atiçam movimentos. Há semelhanças de comportamentos apesar de distâncias temporais seculares. Quem não sabe das festas colossais de Roma, do uso de drogas por várias culturas, […]

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