Posts Tagged ‘corpo’

A ressaca do mundo




Ouve o ruído de quem tem ressentimento e se cansa da alegria, carregando o corpo como uma pedra angustiada com a lei da gravidade. Olha as elites soltas, pulando os lixos e abraçando os privilégios, acusando os tropeços das corrupções, invadindo direitos e criando violências. Desconfie de quem se declara sempre prejudicado e tem gosto […]




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Os esconderijos da paixão




O calor do corpo é o início da paixão, e não a aventura sem nome e sem destino. Cada olhar solto significa um encontro, o tempo se entrelaça radicalmente com o desejo. A história do sentimento é uma crença, não suporta, porém, dogmas e apatias. A paixão não se faz com o silêncio, nem concilia […]




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A invenção do corpo




Não toque no corpo com se fosse um estranho, mas como um marinheiro que não tem medo de mares. Sinta que a química do coração não é simples, joga travessuras e refaz surpresas antigas. Não pense que a aventura não tem instantes amargos, e deixe os desprazeres no berço da nostalgia. Habite a moradia que […]




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O amor e o corpo: vida




Se o amor estranha o movimento do corpo, o afeto se desfaz e os fragmentos se encolhem nervosos. A rapidez da vida está na gravidez do sonho impossível. O desejo esconde o infinito anônimo, a singularidade das estrelas solitárias. Não deixe que o amor risque o impossível, compreenda-se e fuja, nem que as travessias sejam […]




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Refúgios infinitos




Contar os corpos que se soltam é acreditar nas fronteiras do sentimento. Deixar que os afetos se joguem na ruas, nos becos, nos quartos é esquecer que o pecado fez medo, mas se refugia no mundo das serpentes encantadas. Não viva sem inventar fantasias, brinque com as máscaras, contemple o impossível. Defina o amor sem […]




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O caos sem resposta




No caos que desmonta o infinito a mentira monopoliza os desejos sem destino. A escolha é jogo quando os valores apagam as crenças e acumulam o lixo, o espelho que prende o segredo se parte como uma escultura maldita. Não pense que cada passo é a história buscando saberes, o delírio da verdade embriagada, não […]




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O jogo não termina




Guarde o tempo em algum lugar pouco conhecido. Ele foge, inquieta-se, mas repousa em memórias antigas. Não adianta esquecer o corpo, anular os calendários, quando tudo flui evitando o cansaço do olhar fixo. Há quem testemunhe brincadeiras distraindo as agonias e adiando qualquer imagem doentia de culpa e pecado. Cada história traz o sinal da […]




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O corpo, a vida, o sentido




O movimento do corpo traz uma escrita decifradora da vida. Não adiantam os disfarces, os segredos terminam esvaziados e estranhos. Há histórias que não cessam de construir o inesperado na experiência de cada um. Muitas semelhanças, conflitos e divergências,  espaços para proximidades. As regras flutuam, os desejos não se vão e surpreendemos  as imagens do […]




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O finito, o corpo, o labirinto




Jogue o encontro na entrada do labirinto, ele não se desfaz e desenha memórias. O labirinto guarda o mistério do acaso que não consegue fluir no cotidiano. Há a vida conhecida, vestida de mesmice e o inesperado, vestido de surpresas. Na escolha dos sentimento, as incertezas desnudam a fragilidade do finito. O corpo dói, mas […]




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As cores dos olhos e do tempo




m Meus olhos trazem imagens de um vermelho que desconhecia. Há um repúdio interior que não consegue dominar as desconexões do corpo e dos tempos que cultivam o vaivém do inesperado sem nitidez. Há ansiedades sem nome que repetem horas desfeitas de calendários prazerosos. Os presentes da vida narram instantâneos que arquitetam perplexidades incomuns. Não […]




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