Posts Tagged ‘desejo’

O que sei é o que sei e você?

Não compartilho com a famosa afirmação de que o que sei é que nada sei. Sócrates tinha razões, vivia outros tempos, firmava suas confidências. Sei e vejo muitas coisas, embora não negue as fragilidades. Há interpretações múltiplas. Vagamos no meio de tantos conhecimentos. E as novidades das informações? Portanto, as certezas querem se manter, mas […]






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Os trapézios da história: a incompletude, o tempo, o desejo

Sinto falta dos circos de antigamente. Tenho memória prazerosa. Lembro-me dos detalhes. Firmavam-se admiração e suspense. Os trapezistas me deixavam perplexo. Era uma síntese da vida e não  percebia. O voo de cada trapezista trazia febre no coração e frio na barriga. Saía exultante. Como seria bom que aquele espetáculo não se acabasse… Mas a […]






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As escritas, as palavras, os significados

o espaço da palavra não mede a exatidão, nem a certeza do existir, cada sinal inventado cuida da vida que se estraga com o tempo. o desejo é sombrio quando desiste do presente e afunda-se em nostalgias permanentes. o espaço da palavra denuncia ruínas e alicia juízos finais, não é inquieta como a estrela exilada. […]






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A solidão cala ?

  Existem entrelaçamentos na vida que a tornam misteriosa.           As racionalidades não se cansam de buscar argumentos e a           história segue atropelando possíveis certezas e enfeitando ficções.           A solidão cala para que as interioridades se revelem, tirem suas máscaras,           mas não há como viver a nudez na sua plenitude, restam enganos […]






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Os tempos insanos

O instante vadio toma conta das sínteses mais radicais, parece um tempo absoluto e construtor de paraísos. Os calendários adormecem quando escondem rebeldias e fixam desejos de apresentar limites desfigurados. Somos estranhos nos exílios das horas de amargura, multiplicamos palavras para simular agonias finais. Nem sabemos que a morte é a distância e a vida […]






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Sentimentos desmedidos

Pisaram com força nas flores vermelhas abandonadas e nem notaram que a travessia ensinava ternuras. Rasgaram saudades, desmontaram perdões, prenderam profecias. Andavam como soubessem aprisionar o tempo e amargurar o desejo. Pouco sabiam da memória, vestiam-se com as roupas do cinismo. Há quem festeje o sombrio compromisso com fantasmas e a irresponsabilidade que derrota as […]






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A moradia dos desejos

A  história segue sem afirmar destinos, convivendo com tempos anônimos e envolvida com desgovernos que se soltam pelo mundo desigual. Tudo veste sentimentos que permanecem indefinidos e celebram memórias de passados longínquos, como paraísos imaginados para explicar o perdão. Não há certezas determinadas, mas há ruídos que firmam inquietudes. A história se inventa e não […]






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Nos olhares das saudades

  Não há amor que não desenhe saudades, mesmo que as mágoas permaneçam sólidas. Cada sentimento arrasta a vida pelas histórias que são sempre recontadas e esquecidas. Não há como seguir sem retomar o fôlego , sem reconhecer o desenho do corpo na imagem tardia. Há cansaço inquieto que anuncia questões e se perde em […]






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Mandela: as experiências ensinam e desenham memórias

Não se faz a história elegendo o silêncio e negando-se a acompanhar o vaivém da vida. O silêncio nunca foi um pecado capital. É preciso reflexão para movimentar ideias e desfazer compromissos autoritários. Mas é importante que as rebeldias apareçam, que os ruídos tenham eco e persistência, As diferenças existem e alimentam as culturas. Mandela […]






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Freud, traduções do mundo, leituras inacabadas

Quem não narra sua história está escondido do mundo. Talvez, tenha medo de revelações e fuja de encontros. Cada um se projeta no meio das dúvidas, mas a conversa é fundamental para compreender os desacertos e formular outras rotas. As ambições circulam, a sociedade corre atrás das novidades, há buscas que são permanentes. Narrando as […]






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