Posts Tagged ‘dores’

Há dores e tormentos na solidão escondida

  As exigências são muitas e elas percorrem o cotidiano. As pessoas perguntam, mas também se escondem. As competições pedem máscaras de todas as cores. A sociedade se torna espaço de uma crescente hipocrisia. Valem disfarces assustadores. Há quem curta estar sempre bem composto, vendendo sorrisos e afastando  qualquer ideia pessimista. O labirintos não tem […]

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Quem compra a vida e não mede a dor?

  Aceitar as fragilidades é desafio. Queremos fixar memórias cheias de glória. Criam-se discursos que não dispensam as mentiras e buscam inventar ilusões. Desde as lendas do paraíso que a história não é, apenas, travessia linear, mas fugas de dificuldades crescentes. A capacidade de trabalhar, de formular sociedade com ordens estabelecidas não cessam de formar […]

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FHC, Dória e Huck : o novo é o descartável?

Estamos sem saber como cantam os pássaros. As paisagens parecem cinzentas e a praça desabitada. Muito movimento nas ruas em busca de mercadorias. Ninguém se toca, mas não deixa de lado o celular. As famílias formam instituições diferentes. Programa-se uma criação de cães minados; Filhos podem trazer complexidades. As palavras voam, batem em panelas, adormecem […]

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O mundo e o infinito

Se em cada madrugada temo o amanhecer, desfaço o sonho e mergulhos nas ingratidões da vida. Conto histórias porque existe a profecia ou me engano com o malabarismo do tempo. Cada calendário da vida programa os desacertos e as datas desconhecidas do juízo final. Não se acanhe com as dúvidas, nem se confunda com os […]

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Tempos da vida

Cada sopro da vida é um sinal de uma animação inesperada, o sentido está solto recebendo os desfazeres do caos. Os destinos dos deuses inventam eternidades sem narrativas, e o espanto agonia a possibilidade de se  aproximar dos labirintos. Não há história que despreze as memórias, nem tempo que consagre sossegos. Somos argilas, aprisionadas em […]

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As dores andarilhas do mundo

  Os rituais religiosos continuam marcando os calendários.Mas há uma mistura que confunde. Não são,apenas, orações e conversas com os pecados. A sociedade capitalista possui suas ordens e suas celebrações. O perdão está articulado com o consumo. Os símbolos ganham projeções profanas. Há a ressurreição, mas os presentes são disputados nas liquidações provocadas pela crises […]

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Violência, Boston, desconfianças, incertezas

Não pense que os sustos têm seus dias contados. Há sempre atos que incomodam e fazem  atiçar a superação das desconfianças. O que aconteceu em Boston nos deixa intimidados e tontos. Não significa previsões pessimistas para o resto da história. Não tenho fogo para ser adivinho. No entanto, as violências se sucedem de formas diversificadas. […]

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O amor flutua ou se desfaz como uma ruína?

Na sociedade das trocas intensas, das celebrações datadas, o amor pede e perde fôlego. O romantismo não consegue atrair tanto. Não morreu. Mobiliza sentimentos, entra nos corações, faz seus estragos. O mundo muda não só nas gestões econômicas. É que elas geram um noticiário objetivo, cheio de análises complexas que nem sempre dão certo. As especulações  […]

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O mundo dos exílios profundos e das dores sem fim

A vida corre rápida. O deslocamento acompanha os movimentos de forma brusca. Não há muito tempo para medir escolhas. É preciso sobreviver. O encanto do mercado continua com suas ilusões internacionais. Não há como esquecer as imagens que inventam paraísos e representam fugas dos infortúnios. Portanto, as imigrações não cessam. Ninguém quer se sentir excluído. Há […]

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Homens e deuses, fé e conflito, dor e alegria

Os deslocamentos do tempo trazem lembranças. O sagrado e o profano estão presentes, na história, desde os mais remotas eras. Suas simbolizações podem ser profundas. Tocam, mesmo naqueles que se envolvem com o mais radical materialismo. Na arte, o espaço da complexidade humana ganha extensão. Não dá para controlá-lo. As surpresas acontecem e balançam trapézios, […]

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