Posts Tagged ‘escrita’

Pamuk: escritas do cotidiano, escritas desenhadas e estranhas

  Os livros de Pamuk exigem fôlego. Leituras que movem dias e imaginações inesperadas. Já mergulhei em boa parte da sua obra. Vivei emoções incríveis quando li Istambul. Fiquei na transcendência com a sensibilidade que corri para escrever alguma coisa. Estava delirando. Há, às vezes, melancolias, descrições detalhadas, paixões amargas. Pamuk desenha as palavras com […]






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Literatura e História: bordando diálogos e palavras

  O império da ciência é forte. Muitas instituições lutam para manter uma razão soberana, com traços positivistas. Nada contra a razão, nem a capacidade de organizar ideias e costurar concepções. Há uma complexidade geral. É preciso ter cuidado e pensar o mundo. Péssimo é eleger verdades e não admitir contrapontos. No debate, um santuário […]






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A poeira do caos

A poeira vermelha do caos enche os olhos de lágrimas, o mundo permanece indefinido como um deserto. Não meça a culpa, nem estranhe as utopias enfermas, a ilusão corre com uma razão desfeita e melancólica. Cada aventura do tempo é desenho de curvas antigas, o futuro não existe quando o sentido se fragmenta. Sei do […]






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O mundo da travessia sem sonho

Há uma história que desiludiu Adão e Eva e  um pecado que persegue todos os homens e todas mulheres. Sinto que cada tempo é uma travessia com vestígios do passado, parece uma repetição disfarçada com armadilhas subjetivas. Visito as páginas das escritas que esqueci de ler, mas vejo um mundo de cores cinzas, chorando seus desencontros. […]






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Galeano: a memória companheira da história

Os livros de Galeano são provocantes. Sua escrita é bela e poética. Desmente aquela rigidez dos que dormem nos documentos oficiais e exaltam o fato positivista. Conta histórias com simplicidade, sem esquecer o compromisso coletivo.No seu coração , bate o ritmo da rebeldia contra as desigualdades. Galeano nos mostra os avessos e os contrapontos. Quem […]






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Solte-se da vida e do tempo, sem largar a ficção

A história que passa não está apagada. Quem vive o presente deve saber como complementar os tempos. Não se ligue só na mudança,  nem tampouco veja a mesmice em cada espelho. Nunca gostei de dizer que o que sei é que nada sei. É imenso o mundo. Alguma coisa me toca, não vivo flutuando sem […]






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Condenações cotidianas

Os lugares não se mudam, as permanências mostram espelhos do passado, armados e tensos. Por onde anda o mundo com a presença sem fim das tragédias, com a desconfiança solta? As novidades mostram que as fragmentações não se afugentam e a a vida corre sem saber o sentido da origem, convivendo com o que parecia […]






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O Facebook e a escrita: conversas com o mundo

Escrever é uma forma de se inserir nas andanças da sociedade. Não é ato que demonstre a soberania da solidão. Escrevemos porque estamos no mundo, cheio de dúvidas, sem saber por onde anda as verdades, onde se perderam as referências éticas. Todos usam linguagens, cada dia mais múltiplas. Não dá para compreendê-las na sua totalidade. […]






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As curtições e os sentimentos desfiados

  Os registros dos desenganos possuem amplo espaço na sociedade contemporânea. Mas sempre fica a pergunta: explorações, desconfortos, invejas não ameaçam a continuidade da história? Quem observa a conversas dos tempos não deveria duvidar que há travessias diversas e as ambiguidades lidam com rebeldias que prometem ânimo. Há quem curta, quem se divirta e procure […]






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A imaginação no silêncio da escrita

quem inventa as palavras não dispensa o silêncio. a vida sobra quando as sombras desfazem as luzes. no desenho de cada palavra há destinos que se firmam nas linhas da mão. não dissimule o encanto nem esconda a história, cada um conta sobre o que não morreu na incerteza do ontem. nas escritas do mundo […]






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