Posts Tagged ‘escrita’

A poeira do caos




A poeira vermelha do caos enche os olhos de lágrimas, o mundo permanece indefinido como um deserto. Não meça a culpa, nem estranhe as utopias enfermas, a ilusão corre com uma razão desfeita e melancólica. Cada aventura do tempo é desenho de curvas antigas, o futuro não existe quando o sentido se fragmenta. Sei do […]




Share Read the rest of this entry »

O mundo da travessia sem sonho




Há uma história que desiludiu Adão e Eva e  um pecado que persegue todos os homens e todas mulheres. Sinto que cada tempo é uma travessia com vestígios do passado, parece uma repetição disfarçada com armadilhas subjetivas. Visito as páginas das escritas que esqueci de ler, mas vejo um mundo de cores cinzas, chorando seus desencontros. […]




Share Read the rest of this entry »

Galeano: a memória companheira da história




Os livros de Galeano são provocantes. Sua escrita é bela e poética. Desmente aquela rigidez dos que dormem nos documentos oficiais e exaltam o fato positivista. Conta histórias com simplicidade, sem esquecer o compromisso coletivo.No seu coração , bate o ritmo da rebeldia contra as desigualdades. Galeano nos mostra os avessos e os contrapontos. Quem […]




Share Read the rest of this entry »

Solte-se da vida e do tempo, sem largar a ficção




A história que passa não está apagada. Quem vive o presente deve saber como complementar os tempos. Não se ligue só na mudança,  nem tampouco veja a mesmice em cada espelho. Nunca gostei de dizer que o que sei é que nada sei. É imenso o mundo. Alguma coisa me toca, não vivo flutuando sem […]




Share Read the rest of this entry »

Condenações cotidianas




Os lugares não se mudam, as permanências mostram espelhos do passado, armados e tensos. Por onde anda o mundo com a presença sem fim das tragédias, com a desconfiança solta? As novidades mostram que as fragmentações não se afugentam e a a vida corre sem saber o sentido da origem, convivendo com o que parecia […]




Share Read the rest of this entry »

O Facebook e a escrita: conversas com o mundo




Escrever é uma forma de se inserir nas andanças da sociedade. Não é ato que demonstre a soberania da solidão. Escrevemos porque estamos no mundo, cheio de dúvidas, sem saber por onde anda as verdades, onde se perderam as referências éticas. Todos usam linguagens, cada dia mais múltiplas. Não dá para compreendê-las na sua totalidade. […]




Share Read the rest of this entry »

As curtições e os sentimentos desfiados




  Os registros dos desenganos possuem amplo espaço na sociedade contemporânea. Mas sempre fica a pergunta: explorações, desconfortos, invejas não ameaçam a continuidade da história? Quem observa a conversas dos tempos não deveria duvidar que há travessias diversas e as ambiguidades lidam com rebeldias que prometem ânimo. Há quem curta, quem se divirta e procure […]




Share Read the rest of this entry »

A imaginação no silêncio da escrita




quem inventa as palavras não dispensa o silêncio. a vida sobra quando as sombras desfazem as luzes. no desenho de cada palavra há destinos que se firmam nas linhas da mão. não dissimule o encanto nem esconda a história, cada um conta sobre o que não morreu na incerteza do ontem. nas escritas do mundo […]




Share Read the rest of this entry »

Os ritmos incertos, as histórias sem fim




           O fluir do tempo rabisca sentimentos e traz o mapa de uma história sem nome.             Nada confirma a existência de fronteiras rígidas e inabaláveis ou            o perfume de uma eternidade fugida do paraíso, sem ruídos.             Cada ritmo é um acorde de instabilidade e desmantelo.             As hesitações silenciam ousadias e espertezas. […]




Share Read the rest of this entry »

Ruínas, escritas, passagens, memória




Escrevo na pele para esconder o perfume. O corpo finge abandonar as formas em busca da imagem do depois, sossegado. O silêncio é traço de sentimento anônimo, as mãos, síntese do mapa da vida fragmentada. Dos buracos encontrados nas calçadas, guardo as medidas estreitas da cidade. Ela não adormece do cansaço do dia e vigia […]




Share Read the rest of this entry »