Posts Tagged ‘escritas’

Octavio Paz: a palavra é nua




  Num país em que o presidente sofre pressões inusitadas, os políticos são denunciados, o cinismo ganha corpo no cotidiano, a negligência assume lugar de destaque ficamos tontos com os sensacionalismos contínuos. As dificuldades financeiras da imprensa tornam os escândalos o cerne do noticiário. Fermenta-se um jogo infernal de poderes malditos. As controvérsias se multiplicam […]




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Kundera, a estética,o mundo: ” a vida não está em seu lugar”




Havia muitas previsões sobre o futuro, depois que a ciência ganhou espaços. Falava-se num progresso com ordem e felicidade. Voltaríamos ao paraíso sem pecado. Comeríamos tudo , sem regras, sem opressões. Somos poderosos, diziam os mais entusiastas. Nem tudo aconteceu com se previa e as relações estão tensas. Será que deixaremos de ser animais sociais? […]




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Sabedorias efêmeras e inúteis




Consumo as mercadorias com se o acaso me condenasse, não sei qual o forma do desejo, nem as cores que cercam o destino. Nem penso na história que contaria do juízo final sem anjos, nem demônios. As escritas fixam lembranças do passado, não consigo olhar as imagens sem as profecias, seguro atônito o sonho que […]




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Nas máscaras das escritas




O tempo escrito não perde o desenho da vida. Conjuga os verbos e os sentimentos. Há sempre promessas de adivinhações e sonhos flutuantes. A vida não se vai sem deixar vestígios mínimos e misteriosos, a memória não se cansa de buscar exílios impossíveis. Cada instante possui um peso e uma ilusão, traçamos mapas mesmo que […]




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As escritas silenciosas da solidão




Não há ruído que revele a magia da cada criação. O mundo se inventa no silêncio escondido das escritas e desfazendo imagens desenhadas nos cantos dos espelhos. As geometrias da vida não possuem pertencimentos fixos, nem adivinhações nas suas travessias curvas e repetitivas. Nem sempre cabem leituras nos significados mais antigos, nem nos tempos que […]




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Os muros falantes e os rebeldes anônimos




     Antes, sobravam muros, nas cidades, disponíveis para pixações avulsas. Poucos edifícios, muitas casas e terrenos baldios. Eles não eram silenciosos. Anunciavam produtos, telefones de profissionais e palavras de ordens de partidos polìticos. Havia os rebeldes, mais radicais, que exigiam o fim do imperialismo. Eram contra os governos norte-americanos. Mostravam uma reação constante contra os […]




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