Posts Tagged ‘existência’

Sartre e Simone: a saudade e a existência

Gostaria de inventar um calendário que abraçasse todas as minúcias do tempo. É apenas um sonho, uma distração, para evitar melancolias. O tempo nos arrasta, desafia, corre. Portanto, restam especulações. As distâncias ditam saudades, mas há também indiferenças. Quantas paixões desaparecem sem deixar vestígios? Apesar do imenso domínio das regras e dos controles, a história não […]

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Sabedorias efêmeras e inúteis

Consumo as mercadorias com se o acaso me condenasse, não sei qual o forma do desejo, nem as cores que cercam o destino. Nem penso na história que contaria do juízo final sem anjos, nem demônios. As escritas fixam lembranças do passado, não consigo olhar as imagens sem as profecias, seguro atônito o sonho que […]

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Os ritmos incertos, as histórias sem fim

           O fluir do tempo rabisca sentimentos e traz o mapa de uma história sem nome.             Nada confirma a existência de fronteiras rígidas e inabaláveis ou            o perfume de uma eternidade fugida do paraíso, sem ruídos.             Cada ritmo é um acorde de instabilidade e desmantelo.             As hesitações silenciam ousadias e espertezas. […]

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A descontinuidade tardia e incessante

O espanto do dia contaminou as carências permanentes. Não havia sol, nem  a persistência de animações soltas. Parecia o dia de um falso juízo final escondido numa atmosfera satânica. Os olhos abertas não distinguiam nada, nem compreendiam as cores que pintavam a perplexidade. Cada um caminhava sem desenhar sonhos, nem pesadelos. A vida dialogava com […]

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Deus e Sartre, a existência e a multiplicidade

É muita coisa para se ver. Os olhos não dão conta da multiplicidade ampliada do mundo. Tudo troca de nome ou reinventa outras simbologias. O importante é deixar você perplexo, sem saber o que promove tanta confusão e abusa do resto da sua vontade. O pior: é uma regra sem exceção.Começa pela família onde o afeto […]

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A felicidade é um pássaro de vidro

Vivemos sob pressão. As contradições desfilam, sem destinos. Temos pressa em resolver as coisas do cotidiano e precisamos de reflexões para enxergar sua obscuridade. Podemos ser punidos pela pressa, atropelados pelas urgências impertinentes. Ficamos divididos. Não faltam teorias sobre as fragmentações da existência. Surgem alternativas de caminhos, mas sobram desvios e placas de sinalização. A modernidade […]

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