Posts Tagged ‘fantasmas’

A história narra a possibilidade assustada

Os impasses estão no mundo. Os muros são derrubados, mas não falta quem os busquem outros lugares e sonhem com arquiteturas opressoras. No meio da multiplicidade, a história flui  sem firmar garantias. Mudam-se expectativas e as políticas erguem incertezas constantes. Certo dia, se tramava contra os petistas, agora alguns se frustram diante de Jair. É […]

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O mundo do exílio e da folia

      A festa é sempre uma pausa Pode aliviar lembranças pesadas e sacudir o coração para visitar a alegria. A celebração da multidão em busca do paraíso causa arrepios. Tudo passa rápido, mas a embriaguez não escapa da ressaca e  a  rebeldia surge com humor inusitado. O mundo gira, o salário chora, mas […]

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Os disfarces do tempo

Os calendários anunciam tempos vacilantes, assaltos de mascarados exilados da história. Há medos que não silenciam e gritos tenebrosos. nada apaga o vazio de um futuro sem profecias. Cada aventura disfarçada esconde o cinismo dos abutres, vende-se a notícia com uma crueldade cotidiana. Pense numa história que não abandona a nostalgia e entrelaça a diversidades […]

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Os fantasmas, as incertezas, as perguntas

As suspeitas não ficam soltas, possuem centros de gravidade surpreendentes. O mundo não se cansa de perguntar as razões de tantas incertezas, a história responde, não se acomoda nas tonturas dos abismos. Seguem os amores, desfazem-se os poderes, estendem-se os sentimentos. Há sinais confusos de que a eternidade é discurso solitário e enganador. As teorias […]

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O (im)possível dia da contemplação nacional

Pular da cama é um exercício comum. Uma forma de vencer a preguiça ou enganar o cansaço. A vontade maior é deixar o tempo correr, esquecer as manhãs de trabalho e mergulhar nos travesseiros. No entanto, há necessidades. O mundo pede urgência. Euforias de progresso são cantadas, apesar das enchentes arrasadoras, dos desastres constantes de […]

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A política dos naufrágios e dos vazios permanentes

Na política, esperar que a permanência garanta sossego é esquecer-se das  reviravoltas. O movimento  faz a política ser dinâmica e traiçoeira. A calmaria pode ter significados negativos, assegurar redefinições nas estratégias dominantes. Não vamos cair no elogio do vitalício, dos governos familiares, entrelaçados com um passado conservador. Há muitos exemplos históricos e, no Brasil, os parentescos influenciam […]

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