Posts Tagged ‘fim’

A morte desenha a finitiude

    O tempo passa. Não temos a medida exata da sua velocidade. Vemos a velhice, nos assustamos com as ruínas. Não  há como se livrar da história. Ela anuncia que tudo, um dia, se vai. Não acredito no destino, porém não tenho como contestar a finitude. Recebemos com tristeza a  morte  de amigos. A […]

Read the rest of this entry »

Medos, histórias, palavras

Não me iludo com as gravidades soltas e as vitrines vazias, tenho medo de flutuar perdido, sem encanto e sem coragem. Sei que minha história nem começou, cultivo as dúvidas existentes na imaginação e apago o fogo para não frustrar as mentiras de Zeus e as astúcias de Ulisses, mas molho os cabelos para desfazer […]

Read the rest of this entry »

Memória e vida

O jogo da memória tem regras que não cessam de ser reinventadas. A história é o reino do inacabado, não adianta segurar o tempo. nem tampouco fixar valores com tradições eternas. As partidas acontecem, os retornos são dúvidas, a vida não adormece com a saudade, mas se multiplica. Cada andança é busca que não tem […]

Read the rest of this entry »

Os infinitos e as buscas

          Há escritas que  descrevem horizontes e reafirmam o infinito.                       Elas não buscam identidades fixas, mas navegar pelo desconhecido.                             A ameaça da mesmice corta a invenção e refaz o poder da mercadoria.                                       Não existem soberanias definitivas, nem tampouco decadências finalizadas,                                  a história flutua e dialoga com o […]

Read the rest of this entry »

A falência das imagens, os anúncios do fim

O quebrar dos espelhos é a falência das imagens. O tempo divide cada brilho desatinado como fragmentos sem história, o mundo desfeito não compreende os desenhos dos traços que se espalham. Cada imagem perdida é uma metáfora desenganada, sem sentido, sem razão, sem devaneio. O silêncio é o anúnico do fim, da palavra desfigurada, insignificante. […]

Read the rest of this entry »

Salvador Dali: o último dia

                                                      O último dia é a sombra inquieta do vivido.                                Não existe ponto final determinado, nem desejo solto                                sem a fronteira do limite.                                 A difícil trajetória de cada um não sintetiza o tamanho do                                     futuro, nem o anúncio de apocalipses anônimos.                                Fechando as gavetas vazias dos armários antigos,                               […]

Read the rest of this entry »