Posted in 23/04/2019 ¬ 5:59h.Antonio Rezende
Multiplicaram-se as culturas. As diferenças não cederam nem trouxeram possibilidades de trocas mais profundas.Há disputas frequentes, com violências doentias. Não se cura a inveja, tampouco se cuida de olhar os outros e verificar o aumento das suas necessidades. Não há negar que tecnologias ajudam a reinventar espaços e cortejar afetos. Mas as crueldades […]
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Posted in 29/11/2015 ¬ 7:42h.Antonio Rezende
Há uma aceleração que produz uma perplexidade. O debate sobre o tempo nunca cessa. Com uma mídia sedenta de notícias estamos amanhecendo sabendo o que vai acontecer na outra semana. É estranho , mas o descontrole é geral Acabou-se a sequência. Tudo é possível. Talvez, não haja espaço para tantos julgamentos, os valores […]
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Posted in 05/04/2014 ¬ 5:46h.Antonio Rezende
Nos alardes da fragmentação, o mundo parece viver numa constante explosão. Não adiantam os remendos, nem memórias que tragam vestígios de paraísos. Tudo corre solto como um decreto que convoca a soberania da solidão, envolvida num manto bordado com as mentiras e verdades do exílio derradeiro. As palavras transformam significados, querem o avesso, o […]
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Posted in 11/11/2012 ¬ 5:13h.Antonio Rezende
É difícil andar pela vida observando os passos e os escorregões. Várias vezes nos perdemos.Temos que buscar o caminho da volta. O pior é que há esquecimentos e ficamos no meio do mundo, soltos, imaginando se há alguma forma de salvação. Não fugimos de fabricar fantasias. Não é possível viver sem elas, contemplando espelhos gastos. […]
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Posted in 20/05/2012 ¬ 7:31h.Antonio Rezende
A morte recente do mexicano Carlos Fuentes acedeu lembranças e debates. Fuentes era comprometido, fazia críticas aos desmandos dos governantes, além de escrever com maestria. Ficou uma saudade imensa, mas seus livros circulam e provocarão outras leituras. Não serão vítimas de silêncios. Ganharão traduções, significados mais contemporâneos e mostrarão que os intelectuais não devem recuar […]
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Posted in 13/11/2011 ¬ 7:39h.Antonio Rezende
Há sustos que não podem ser esquecidos. Não se deve, porém, ter medo de insistências. Calar é consentir, achar normal comportamentos que desqualificam a vida. Assim, tem sido a ação dos grupos de tráfico de drogas. O que está acontecendo no México é desestruturante. Não devia ser silenciado descontrole, mas ganhar protestos de mobilizações internacionais. O extermínio banalizou-se […]
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