Posts Tagged ‘Gabriel’

Macondo: Quem escreveu o amor no mundo?

Cem anos de solidão não distrai a existência do amor. Talvez , o torne mais repleto de fantasia. Gabriel García deve ter uma resposta. Macondo era o reino de todos os acasos, tinha uma magia assombrosa. Mesmo com os desfeitos, não havia como não  voar nos afetos. Os mistérios eram muitos, as guerras pareciam acasos. […]

Read the rest of this entry »

A solidão de Gabriel: cem anos míticos

As portas estão abertas. São ruas estreitas com ruídos inusitados. Quem fala são os juízes. Acusam quase todos os políticos. A corrupção é desmedida. O medo é cínico e o final pode ser feliz. É um sinal de uma solidão estranha. Todos se parecem, guardam milhões, a sociedade se desgarra. Todos juntos no mesmo ato, […]

Read the rest of this entry »

Gabriel e a solidão que se torna perene

  Li Gabriel García Márquez cedo. Dei conta de boa parte de seus livros com alegria e encantamento. Quando li Cem anos de solidão fiquei levitando. Nunca tinha navegando por mares tão belos. Há dois livros que me empolgam e não canso de celebrar suas palavras: As cidades invisíveis e Cem anos de solidão. A […]

Read the rest of this entry »

Gabriel: o mundo se inventa

As histórias não têm tamanhos que se definam com lógicas cartesianas, elas se misturam com as ousadias da vida e cantam as celebrações da memória. É preciso não esquecer as diferenças, não desprezar as fantasias, não fugir das mentiras. O mundo não cessa de pedir arquiteturas e gramáticas cheias de invenções e inesperados. O circo […]

Read the rest of this entry »

Joyce, Benjamin, Mia Couto, García Márquez

     James Joyce fez a revolução na literatura moderna. Ninguém consegue esquecer suas travessuras inesperadas. Joyce não era um intelectual típico. Vida sofrida, com vários desencontros familiares, ele gostava de beber e o fazia com uma frequência que alarmava seus amigos. Escreveu Ulisses, com fôlego que destronou modelos e garantiu um lugar de permanência na memória […]

Read the rest of this entry »