Posts Tagged ‘incertezas’

O corpo do universo

O corpo cai como uma estrela perdida na dor do universo. As mortes anunciadas decretam o fim de  alguma coisa solta nas emboscadas dos cinismos medonhos e traiçoeiros. Há um desprezo pela história vivida, pela tradição arruinada, o mundo se reparte em incertezas cotidianas e mesquinhas. Trago-me como uma pergunta sem resposta definida, sem acreditar […]






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Fidel: a morte não apaga, aproxima

Toda sociedade enfrenta  confrontos e estimula diferenças. Pensar sempre a mesma coisa é melancólico. Não haveria história se as músicas repetissem e consagrassem um único ritmo. Pareço-me com os outros, mas tenho minha travessia. Não há história homogênea. As histórias se soltam e  abraçam as culturas. Sempre incompletos,  não pudemos dispensar ajudas. Fingimos segurança para […]






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A polêmica permanente e o uso da droga

O debate sobre a droga está presente, mas possui uma longa história. As sociedades utilizam comportamentos para expressar suas escolhas, esconder suas mágoas, eliminar seu inimigos e seguir adiante. Desde os tempos mais antigos, usando uma diversidade marcante que esconde e esclarece as sinuosidade da cultura, o movimento das palavras articula a vida. Já que […]






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Os voos da saudade compõem as histórias

Não há o tempo que se defina como definitivo. Os historiadores teimam em organizar períodos, sistematizar identidades, debater sobre os avanços da cultura. Há divergências imensas que não cessarão de existir. No entanto, faz parte da vida contemplar a passagem do tempo e curtir suas perplexidades. Ficamos incomodados, criamos recordações, sentimos velocidades que abalam a […]






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As rasuras dos sentimentos

Cada rasura que alarga o sentimentos e suas dores traz a identidade não vivida. Não há sombras visitadas nas geometrias das retas monótonas e exatas. Na ida e vinda do mundo o sentimento transparece e desconecta, não há trilha determinada, nem fôlego continuado nas dores inesperadas. A inquietude arde quando revela a razão da descontinuidade […]






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Os amores anônimos (Reflexões !)

O amor está em toda parte, com adjetivos diversos, suspeitos. Ele se transforma , narra histórias de sombras e luzes. Confunde-se com a paixão, acelera o tempo, inventa desenganos, ver a vida correr ,cercada de sentimentos, sempre inquieta, sem o manto do sossego. O amor sofre com a pressa do individualismo, com as curtições descartáveis. […]






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As passagens (in)certas da vida e da sociedade

O crescimento da população dificulta o contato mais íntimo com as pessoas. Parece um disparate, mas não é. Cercado de muitos conhecidos, qual o tempo que sobra para aprofundar um conversa e entender lamentações? Ouvia-se que a quantidade de máquinas traria mais descanso, menos espaço para tarefas. Havia uma apologia do ócio. Poderíamos, então, sobrevoar […]






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Os espaços sensíveis e os escritos da história cultural

É difícil definir história, mais ainda navegar pelas muitas especializações que se apresentam nas suas aventuras acadêmicas. Fiquei muito tempo perplexo com a exaltação feita a uma história, apenas, voltada para as questões do passado e uma resistência marcante contra o presente. O historiador flutuava nos fatos em busca de fontes que demonstrassem que a […]






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O mundo dos exílios profundos e das dores sem fim

A vida corre rápida. O deslocamento acompanha os movimentos de forma brusca. Não há muito tempo para medir escolhas. É preciso sobreviver. O encanto do mercado continua com suas ilusões internacionais. Não há como esquecer as imagens que inventam paraísos e representam fugas dos infortúnios. Portanto, as imigrações não cessam. Ninguém quer se sentir excluído. Há […]






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O progresso e o futuro na dança dos sentidos

Discute-se se há um sentido para história. Há divergências que afetam sua pretensa cientificidade. A questão do tempo é fundamental. O costume de criar relações de causas e consequências foi forte durante uma época. Tudo se amarrava, sem problemas. A história ganhava um conteúdo e parecia coerente nos seus andamentos. No entanto, a linearidade esconde muita coisa. […]






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