Posts Tagged ‘medo’

A história narra a possibilidade assustada

Os impasses estão no mundo. Os muros são derrubados, mas não falta quem os busquem outros lugares e sonhem com arquiteturas opressoras. No meio da multiplicidade, a história flui  sem firmar garantias. Mudam-se expectativas e as políticas erguem incertezas constantes. Certo dia, se tramava contra os petistas, agora alguns se frustram diante de Jair. É […]

Read the rest of this entry »

Pisando nas armadilhas minadas

  Faz tempo que a violência se tornou manchete principal. Falo da violência física. Há também escravidão, preconceitos, cinismo. As críticas existem e ninguém gosta de se sentir ameaçados. Os ruídos se espalham, assumem redes sociais. No entanto, não exagere. Há quem argumente e coloque a violência como um mal necessário. Ninguém é ingênuo quando […]

Read the rest of this entry »

Conhece as aventuras do facebook?

  Conhecer os lugares do facebook é uma boa aventura. Não se surpreenda com as armadilhas. Há uma quantidade de pessoas tentando resolver seus problemas com papos amargurados. Os ressentimentos explodem e desenham dizeres nada simpáticos. No entanto, os homens gostam de tergiversar e sacudir fora seus lixos.Há solitários que não se resolvem e buscam […]

Read the rest of this entry »

Somos aprendizes da história e do mistério

  Quem se esquece das travessias mal sucedidas, não estão preparados para as surpresas. O mito do paraíso é agradável. Deixa um espaço para o  sonho. No entanto, a história não é homogênea. Fico traumatizado quando me lembro das guerras, dos refugiados. dos assassinatos políticos, a riqueza concentrada. Embora haja leis, os limites são derrubados. […]

Read the rest of this entry »

A política dialoga com o medo e a incerteza

    Será chato repetir que não há sociedade sem incerteza. Mas não custa lembrar que não somos deuses. Gostamos de inventá-los, curtimos fantasias, sonhamos. Não sei explicar porque há tantas lacunas na história. Há quem procure fugir dos abismos e das curvas. Enganos trazem tropeços. Será que existe alguma sociedade definida por linhas retas? […]

Read the rest of this entry »

Quem aposta na política?

    Se o escândalo ganha espaço no mundo, a história se torna parceira do inesperado. As instituições criam regras, mostra que existem limites. No entanto, há agonias marcantes. O movimento não dispensa as transgressões. A cultura busca equilíbrios. Eles são passageiros. Como fica o medo do inesperado? Vivemos a política numa sociedade que fermenta […]

Read the rest of this entry »

A palavra golpe e o poder

  A política continua buscando cenários repressivos. Deveria ser criado o ministério da insegurança. Todos se habilitam a encontrar planos salvadores, mas terminam justificando cargos e tramando injustiças. Raul conversa com Michel que conversa com Segóvia que faz discurso afirmando a força da polícia federal.  Discursos medíocres de pessoas que cumprem trajetórias nada simpáticas. Mudam […]

Read the rest of this entry »

O suspense histórico das conspirações

  Não há como observar que a história é transparante. Sempre existiram dúvidas. Temos recursos tecnológicos imensos, mas também suspeitas indefiníveis. A escravidão trouxe atmosferas de violências. Desde o início, havia tensões. Ser colonizado é um peso. Isso não passou. Continuamos navegando nas turbulências, com desenganos frequentes. A proclamação da República foi uma surpresa? A […]

Read the rest of this entry »

O poeta Drummond salva o cotidiano

  Os anos chegam trazendo tradições e expectativas. Todos estavam cansados de 2016. Muito peso nas corrupções, no cinismo político, nas jogadas da mídia. Temos crenças em calendários, cultivamos a ideia de um ano, de vida nova. Faz parte das ilusões dispersas. A violência não se foi, não promete partir. É um ponto marcante da […]

Read the rest of this entry »

Medos, histórias, palavras

Não me iludo com as gravidades soltas e as vitrines vazias, tenho medo de flutuar perdido, sem encanto e sem coragem. Sei que minha história nem começou, cultivo as dúvidas existentes na imaginação e apago o fogo para não frustrar as mentiras de Zeus e as astúcias de Ulisses, mas molho os cabelos para desfazer […]

Read the rest of this entry »