Posts Tagged ‘Nietzsche’

Alice e Nietzsche: as histórias soltas

Alice se perdeu e se encontrou no país das maravilhas. Quem desconhece a fantasia está na beira do abismo. Alice estava certa. Conversa, surpreende-se, arrisca-se. O mundo está desencantado, porque a mesmice consegue se alastrar pelos esquinas. As sutilezas são perigosas, enganam e aliciam. A capacidade de inventar é imensa dentro da cultura contemporânea.Talvez, a […]

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Nietzsche: as medidas, os julgamentos, as histórias

Nietzsche já duvidava de muita coisa da famosa cultura ocidental. Era um crítico feroz do cristianismo e dos valores da época. Não se empolgou com os acordes do progresso, tão exaltado no século XIX. A sociedade deu um pique, saltou abismos e rabiscou outros, não conseguiu firmar a paz. As guerras trouxeram violências e pessimismos. […]

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Nietzsche:o tempo e as costuras das histórias

O tempo passa, talvez a afirmação mais usada nas conversas gerais. Ninguém duvida do movimento que consome dores e alegrias. Não há fórmulas especiais para enquadrá-lo num único ritmo. Ele segue, lembra o passado, com insistência, esquece afetos, desloca-se dialogando com a história. Há pessoas que foram menosprezadas na época que viveram. Pareciam fantasmas ambulantes, […]

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A quem pertence o mundo e suas aventuras?

             Sempre as dúvidas atravessando caminhos. Fazem parte da encenação. Somos personagens, produzimos textos, profetizamos futuros, perguntamos por andam as chaves dos quartos fechados. Muitas vezes, sinto-me fora do mundo. Fico mudo, buscando pertencimentos. Não consigo visualizá-los. Tento costurar raciocínios, invento filosofias, consulto ironias seculares. Tudo se torna uma longa confusão, respondida pela dimensão do acaso. […]

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As histórias dos enganos e das tensões constantes

A euforia precipita. Não há regras fixas para os acontecimentos históricos. Muitas revoluções caíram num autoritarismo constante. Perderam suas utopias iniciais e referendaram, cinicamente, o passado. Consagravam o jogo maquiavélico do poder. Não precisa de profundidade. Observe o que fez a burguesia no século XVIII e XIX. Não sacode fora os cenários napoleônicos, as ambições […]

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A narrativa: Nietzsche, Batman e o historiador

A verdade é curva e o historiador já foi , muitas vezes, chamado de mentiroso. Basta ler os escritos de Nietzsche que, hoje, iluminam as reflexões pós-modernas, inclusive as foucaultianas. A academia é lugar de hierarquias e de regras, onde as especializações se aprofundam e o debate sobre a verdade ganha vastos territórios. Ele existe dentro […]

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Fragmentos da vida, da história, do pensar

          Freud interpretou os sonhos. Nietzsche demoliu a filosofia de Platão. Marx mostrou as contradições do capitalismo. Michelet seguiu o romantismo nas suas narrativas. Darwin questionou dogmas importantes. São algumas lembranças do século XIX que parecem tão distantes. No entanto, a atuação dos pensadores citados foi uma das bases da modernidade. Suas reflexões abalaram verdades […]

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As imagens do mundo e os ruídos da vida

Nietzsche desmontou tradições. Sua filosofia é demolidora, até nos tempos atuais. Foi, na sua época, pouco compreendido. Não recuou. Lançou-se no movimento da vida, apesar das muitas dores e desprezos. Hoje, entusiasma muitos acadêmicos. Atrai leitores da pós-modernidade. Quem não o conhece ? Tornou-se pop… Inspira reflexões e debates. A sua obra está na vitrine e […]

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A rua é o mundo, o mundo é a vida

Aritana é vendendor de amendoins. Quase toda semana, passa, pela rua, onde moro, com sua ágil carrocinha. É animado e barulhento. Usa músicas de duplo sentido, chamando a atenção da plateia. Faz elogios ao seu produto, com bom humor, e a ajuda de uma fita gravada, na sua caixa de som. Diz que é descendente de […]

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A luz afirma o mundo das cores encantadas

Desvio o olhar da tela do computador. Muita luz entra no quarto e procuro descobrir a sua trilha. Por uma pequena janela transparente, contemplo o verde de uma mangueira antiga. No fundo, o azul do horizonte, o vermelho de uma rosa na jardineira da varanda. Respiro com força, para captar tanta coisa que traz o […]

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