Posts Tagged ‘palavras’

O mundo de Mia Couto: encantos

Já escrevi muitos textos sobre Mia. Li seus livros com muita paixão. Seus escritos conversam com as palavras com uma intimidade emocionante. O mundo precisa de pessoas que sintam o afeto. O excesso de jogos de poder cansam e trazem discordâncias constantes. Quando surge alguém que toca na generosidade a celebração deve ser feita. Portanto, […]

Read the rest of this entry »

O mundo das pedras sem sossego

As inquietudes são, muitas vezes, provocadas por fantasias que parecem ingênuas. Mas quem pode viver sem fantasias? O mundo sem sossego é o mundo de sempre, embora as diferenças existam e componham a história. Não precisa ir ao passado distante, nem se apoiar nas energias de espantos, para compreender que o movimento é constante. As […]

Read the rest of this entry »

Os significados vadios da vida

Não esconda a saudade que move a história e celebra o desejo, o tempo da vida não permite lamentos intermináveis. A culpa é apenas um sofrimento que controla poderes e intimida rebeldias, sepultando invenções. Cada olhar traz o espelho da imagem que não muda, a travessia que não data improvisos, mas fixa calendários. O desenho […]

Read the rest of this entry »

As medidas soltas

O cotidiano trama a disciplina e impõe ritmos silenciosos. Parece que a história se enche de repetições e reproduz o tardio. É difícil definir a tamanho do destino, a existência do imaginário da culpa, as fronteiras que determinam o exílio e a fuga apressada. Há tempos que se chocam, há tempos que se conciliam, há […]

Read the rest of this entry »

A difícil possibilidade do reencanto

A história não consegue se livrar dos mistérios. Existem inúmeras teorias e crenças que tentam cercar a instabilidade e fazer pactos que neutralizem as dissonâncias. Mas as contradições movimentam a sociedades e parece impossível destruir a violência e retomar arquiteturas de paraísos. Se as dúvidas persistem, se as controvérsias são contínuas, criam-se sempre expectativas de […]

Read the rest of this entry »

A grade e as palavras

A grade se fecha para que a ilusão não fuja. Tudo isso  é uma pequena metáfora, mas como não viver sem metáforas, curtindo o concreto gelado? A vida é acaso inquieto, profecias perdidas nas conversas, palavras decifrando agonias e provocando escândalos. Alguém guarda espertamente o segredo de um mistério impreciso, sem saber que há um […]

Read the rest of this entry »

Amores sem nomes

    Não é amor o sentimento que se perdeu num território sem nome. A vida precisa de narrativas, de dúvidas, de geometrias travessas para compor suas histórias e redefinir seus espaços. Não há gramáticas de palavras sem sentido e desfiguradas, cada momento desenha linguagens que moram na memória. Não pense que o tempo se desmancha […]

Read the rest of this entry »

As palavras e as políticas : polêmicas acesas

  Os debates e as conversas mudam e não se envolvem com ritmos permanentes. Muitas coisas vão e voltam, outras são esquecidas, mas não há com deixar de lado as  conversas ou mesmo multiplicar ansiedades em cima de um futuro problemático. O mundo cheio de gente e de invenções, com meios de comunicação poderosos, agita-se […]

Read the rest of this entry »

Paul Auster: os acasos da história

  O mundo ferve. Não sei quem escreveu o enredo de tanto desencontro. Parece que as tecnologias não conseguem salvar os desgovernos. As notícias nos deixam perplexos. Acontecem coisas que já deveriam ter sumido da convivência social. A história é mesmo uma trilha de incompletudes. Voltam crueldades, violências gratuitas, políticas lotéricas. O futuro é uma […]

Read the rest of this entry »

Assanhamentos

                                                                                                     Há o encanto que não se diz com palavras. provoca sonhos nos olhares e arrepios na imaginação. Há vidas que se perdem nos desertos divinos, como pássaros com voos sem destinos. Cada desenho conta uma história imprecisa, não cabe decifrá-lo, nem esquecê-lo, mas se desfazer das agonias. Somos simplesmente tardios e imprevisíveis, contamos […]

Read the rest of this entry »