Posts Tagged ‘Pamuk’

Pamuk: escritas do cotidiano, escritas desenhadas e estranhas

  Os livros de Pamuk exigem fôlego. Leituras que movem dias e imaginações inesperadas. Já mergulhei em boa parte da sua obra. Vivei emoções incríveis quando li Istambul. Fiquei na transcendência com a sensibilidade que corri para escrever alguma coisa. Estava delirando. Há, às vezes, melancolias, descrições detalhadas, paixões amargas. Pamuk desenha as palavras com […]






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A literatura: memória dos objetos, sinais do destino

A cultura atribui significados às ações humanas. Há muita coisa no mundo que necessita de uma leitura para articulá-las a particularidades pouco conhecidas. Não podemos ficar indiferentes a quantidade de objetos que aparecem na vida. O crescimento da tecnologia nos acena para a complexidade. Não basta  olhar em direção às invenções modernas. Tudo tem uma forma descartável. […]






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Museu da Inocência: Pamuk, narrativas, amores

              Pamuk escreve romances extensos, fascinado pelo toque das palavras e pelo labirinto das tramas. Sua imaginação tem fôlego que nega qualquer medida comum. Lembra um detetive envolvido nos detalhes, disposto a resolver uma investigação, mas sempre formulando questões que se prolongam. Pamuk não se cansa. Enreda-se. Conversa com o mundo, sem aumentar a voz, preferindo […]






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No meio das histórias e das palavras

Estou no meio da história. Quem não está? O calor é imenso. Entorpece. A tela do computador lembra papéis pendurados na máquina de escrever. É desafio constante, um deserto que brilha. As imagens nos cercam e as palavras se  encurralam. No entanto, não prolonguemos essa situação. Ultrapassemos as travessias acadêmicas sobre o significado e o […]






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