Posts Tagged ‘poema’

A morte de Stephen: o poema do universo

    Nem sei se sou mesmo um historiador. Fico perplexo com aqueles que buscam firmar lugares. Acho tudo tão complexo, as perguntas tão profundas. Algumas coisas consigo compreender. Mais com o coração do que a razão. Duvido dos poderes da razão, pois observo que há utilitarismo científico acelerado. O capital dá as ordens. Infiltra-se […]

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Quem sabe o caminho?

Entro na nostalgia para saber o que é a saudade. sinto-me refugiado nas avenidas da cidade. Não existe andarilho onde tudo é pressa, não há poema se a palavra escorrega. Sei que tenho um nome, mas não me pertenço, apenas observo que o céu azul ignora as nuvens, e estrelas desistiram de namorar com a noite. Faz […]

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As cinzas poéticas (para Mia)

Se meu corpo coubesse a travessia do tempo, eu rasgaria o mistério da eternidade. Não há como esquecer as histórias de dentro do sangue, elas correm, não estão mortas e nem recusam a melancolia da memória. Tudo se reinventa, sem pausa, se suicida, tem medo das larguezas da vida e do inferno vermelho. Não queria […]

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As possibilidades escondidas

Não desenharia a imagem que avistei no único espelho, nem  conjugaria o verbo que não contém acasos e desesperos. Há nos momentos inesperados da vida uma magia tardia, algo que foi perdido num paraíso que existiu na memória. Cada tempo carrega narrativas que não se acabam para sempre, pois as histórias nunca pedem definições fixas […]

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O Deus desfigurado

Não invente a luz que descobriu o mundo. o desenho da escuridão não faz esquecer a lucidez e refazer os traços claros do sonho. Deixe o corpo solto deitado num voo sem fim, assim se compõe a sombra do paraíso. Cada gesto anuncia o significado dos gigantes escondidos nas esquinas dos labirintos. Invente palavras, desmonte […]

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