Posts Tagged ‘saudades’

A morte desenha a finitiude

    O tempo passa. Não temos a medida exata da sua velocidade. Vemos a velhice, nos assustamos com as ruínas. Não  há como se livrar da história. Ela anuncia que tudo, um dia, se vai. Não acredito no destino, porém não tenho como contestar a finitude. Recebemos com tristeza a  morte  de amigos. A […]

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Esquecimentos e travessuras

Se o encanto se perdeu numa trilha sinuosa, não deixe que o medo tire o mistério da partida inesperada. Atrite as lembranças, desenhe-se  na estética da tristeza, há mundos que flutuam e outros que caem em abismos Não esqueça que os portos não precisam de mares turbulentos, que as travessias se fazem com mapas esquisitos […]

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Os ritmos e as saudades

As sensações de que as linhas não conseguem costurar o mundo deixam uma suspense que amargura e distrai a alegria. Há sempre quem não se canse de esquecer as memórias, de aprisionar os sentimentos nas moradias escuras e desfiguradas. Nada possui significados que marquem identidades definitivas, os afetos desprezam medidas, buscam expandir as possibilidades flutuantes. […]

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As saudades andarilhas

Não esqueça a saudade que ficou no caminho desconhecido, não esqueça a aridez de um deserto montado na insensatez. Existe a geometria do que foi perdido no vazio do abismo e nos espelhos quebrados nos banheiros públicos e escuros. Narra-se cada história como se a eternidade habitasse o sentimento, foge-se da dor como o pássaro […]

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Os voos da saudade compõem as histórias

Não há o tempo que se defina como definitivo. Os historiadores teimam em organizar períodos, sistematizar identidades, debater sobre os avanços da cultura. Há divergências imensas que não cessarão de existir. No entanto, faz parte da vida contemplar a passagem do tempo e curtir suas perplexidades. Ficamos incomodados, criamos recordações, sentimos velocidades que abalam a […]

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As perguntas da memória e da saudade

A vida segue. Quantas vezes afirmamos que o tempo passa e somos pouco espertos com relação as suas tramas? Não há desistências gerais, pois o mundo está sempre recebendo pessoas. Há controles, desânimos, cuidados com as taxas de natalidade. Não se pode ficar preso às andanças do desejo, sem arriscar outros caminhos. É preciso criar […]

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Chico cantou Rita, Carolina, Beatriz, Ana …

Chico Buarque conserva seu lugar especial na música brasileira. A nostalgia bate quando nos lembramos  dos seus antigos sucessos. A memória afetiva é forte, dependendo das circunstâncias de cada um. Nunca neguei minha paixão por Beatriz. Seduz lá no fundo. Chico vem mudando a forma de compor, introduzindo outro jogo de palavras, inspiração e que […]

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O tempo possui seus descansos e suas viagens

  Há quem diga que a vida é uma viagem. Reforça seu teor de aventura e lembra as andanças do inesperado. Estou viajando. Chego, hoje, na França. Fazia um bom tempo que não ia lá. Não se trata de  passeio, embora nunca se pode negar que, no meio de caminho, sempre há pedras e pérolas. Vou […]

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Fellini, travessuras, saudades, imagens, efêmero

                           Contemplar, quando se tem pressa, é uma impossibilidade. Não dá nem para sentir saudade. Os toques constantes dos celulares compõem uma sinfonia atípica. Será que existe ainda o tão portentoso reino humano? Resposta difícil, diante das tantas máquinas que ocupam espaços com volúpia. Mas a paciência é um exercício fundamental. Num cosmos, tão mecânico, […]

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