Posts Tagged ‘sentimento’

O vasto mundo dos traços

Não deixe a página em branco solta na mesa como um esponja. Abandone a sua preguiça e escreva a sua ultima perda como o roteiro de um filme, sem usar máscaras, sem derramar lágrimas, sem destilar melancolias, sem medos. As histórias existem para ser contadas e celebradas, com fantasias inesperadas. apesar das incertezas que correm […]

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A solidão e o cansaço do último deus

Responder as perguntas que aparecem, lembram divertimentos. É difícil sair por aí, ouvir as conversas, escutar os mistérios, ver os rostos desconfiados e guardar-se. Dá vontade de duvidar que há continuidade na vida, se tudo não é uma flutuação tola ou viagem do acaso. Vou e torno-me numa armadura medieval. As pessoas se falam, mas […]

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As incertezas e as estrelas

Quem se cansa da travessia do mundo, desiste de enfrentar a complexidade, se esconde. Não há certeza definida, o tempo é veloz, não desiste do escândalo e do desconhecido. Não revele sua agonia em qualquer esquina, não desperdice o abraço desesperado. Somos o que traçamos desenhos sem querer determinar juízo ou profecias, a vida não […]

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Cartografia: sentimentos soltos

Existem tristezas que correm o mundo, numa busca de esconderijos perfeitos. Nada pode se revelar quando os conflitos guardam vinganças passadas e desesperos sem cores. Cada passo é a aproximação de um abismo sombrio, nomeando a  solidão da divindade esquecida. O desenho das imagens perdidas lembram desaventuras, moradias de espaços opressores e vazios. A cartografia […]

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Histórias vermelhas e desadormecidas.

Existe uma rosa vermelha num vazio imenso. inventando a cor onde nem mora a saudade. Nem conto as palavras, nem me ligo no passado, sei que ando evitando esquinas, cruzando ruas envelhecidas pelas memórias. A eternidade tem o tamanho dos pesadelos assustadores, o perfume da valsa do adeus de um amor perdido. Sinto que cada […]

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As imagens e os sentimentos

As imagens nos espelhos fixam olhares infinitos. É impossível ter a medida das saudades e envolver sentimentos soltos. Há impossibilidades que sustentam os anseios das eternidades tardias. Não se preocupe com as permanências, a vida não tem regras limitadas. Tudo poderia se vestir com o azul e a loucura voar como um pássaro. Os tempos […]

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Os sentimentos e a geometria

Quem inventou a geometria dos sentimentos se perdeu na vaidade tardia. Não há como medir a saudades, não há como saber quando as amarguras se vão. Rompem-se círculos, desmancham-se trapézios, quebram-se linhas. Ninguém acorda com a memória lúcida, com o amor transparente e indiscutível O sentimentos não corre, nem anda nas ruas como uma pessoas […]

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Convencimentos tardios

Não se apegue à última moda que atravessou as vitrines, voltar ao passado não significa desprezar a transformação. Se a história está grávida de tempos , as contradições animam o seu contar, pois há tropeços que evitam entrar em labirintos e quebrar espelhos. Não há como negar o sentimento que busca o porto com o […]

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As dores andarilhas do mundo

  Os rituais religiosos continuam marcando os calendários.Mas há uma mistura que confunde. Não são,apenas, orações e conversas com os pecados. A sociedade capitalista possui suas ordens e suas celebrações. O perdão está articulado com o consumo. Os símbolos ganham projeções profanas. Há a ressurreição, mas os presentes são disputados nas liquidações provocadas pela crises […]

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Nos sentimentos travessos do mundo

  Inventamos calendários numa tentativa de conhecer melhor os malabarismos do tempo. Buscamos leveza, entender as multiplicidades que penetram nos instantes da vida. Mas os mistérios continuam. O domínio do tempo é desafio, não tem fim, se move com incertezas. Existem muitas regras, porém elas não testemunham que o controle faz parte permanente de cada […]

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