Posts Tagged ‘sentimentos’

Esquecimentos e travessuras

Se o encanto se perdeu numa trilha sinuosa, não deixe que o medo tire o mistério da partida inesperada. Atrite as lembranças, desenhe-se  na estética da tristeza, há mundos que flutuam e outros que caem em abismos Não esqueça que os portos não precisam de mares turbulentos, que as travessias se fazem com mapas esquisitos […]

Read the rest of this entry »

Desafazeres e fantasias

      Desenhar a linha do tempo deixa as geometrias enlouquecidas.        As profecias são especulações, divertimentos, distrações,       cada uma envolvida na confiança de sortes e deuses.        Não busque a linha da certeza, nem a lágrima da última saudade,        a vida se reinventa no meio da noite, no sonho que não termina.        […]

Read the rest of this entry »

Os ritmos e as saudades

As sensações de que as linhas não conseguem costurar o mundo deixam uma suspense que amargura e distrai a alegria. Há sempre quem não se canse de esquecer as memórias, de aprisionar os sentimentos nas moradias escuras e desfiguradas. Nada possui significados que marquem identidades definitivas, os afetos desprezam medidas, buscam expandir as possibilidades flutuantes. […]

Read the rest of this entry »

Sentimentos desmedidos

Pisaram com força nas flores vermelhas abandonadas e nem notaram que a travessia ensinava ternuras. Rasgaram saudades, desmontaram perdões, prenderam profecias. Andavam como soubessem aprisionar o tempo e amargurar o desejo. Pouco sabiam da memória, vestiam-se com as roupas do cinismo. Há quem festeje o sombrio compromisso com fantasmas e a irresponsabilidade que derrota as […]

Read the rest of this entry »

Os sentimentos se escondem?

  Nos esconderijos dos sentimentos há movimentos indecifráveis, magias que desafiam razões e desmancham identidades vacilantes. Há espantos indeterminados que multiplicam o estar-no-mundo e inventam as histórias que não amedrontam  as subjetividades. Não adianta desmontar a solidão porque o ruído permanece e e estranhos exílios adormecem as dores inesperadas. Os sentimentos andam no silêncio ou […]

Read the rest of this entry »

O encanto e o enigma

Existiam palavras que desenhavam o mundo, encantavam os espaços e desmontavam desprezos. Cada construção inventava possibilidades, desfazia o sentido das escatologias negativas. Há tempos que se perdem nas memórias sem esquecimentos, nem tudo consegue se estender, nem a história busca origens e respostas. Os silêncios revelam os ruídos sufocados pela incompletude vadia, As fantasias não […]

Read the rest of this entry »

As errâncias sem fim

     Talvez nada exista nas dobras do tempo, os vazios tomam conta dos lugares sem nome e os profetas são feiticeiros das linguagens perdidas. Não adianta fixar ordens nem buscar eternidades sem deuses, os aconchegos do destino estão nos mistérios do tapete mágico. O medo é o perdão que se desencontrou do paraíso, a […]

Read the rest of this entry »

Assanhamentos

                                                                                                     Há o encanto que não se diz com palavras. provoca sonhos nos olhares e arrepios na imaginação. Há vidas que se perdem nos desertos divinos, como pássaros com voos sem destinos. Cada desenho conta uma história imprecisa, não cabe decifrá-lo, nem esquecê-lo, mas se desfazer das agonias. Somos simplesmente tardios e imprevisíveis, contamos […]

Read the rest of this entry »

Italo Calvino: ocupe a cidade (in)visível

A lembrança do livro de Italo Calvino sobre as cidades sempre aparece. A beleza das imagens e da escrita não nega a paixão. Não há como esquecer a leveza e o encanto. Nosso tempo está vivendo grande debates sobre a questão urbana. O  olhar mágico de Calvino nos ensinar a ampliar as observações e não […]

Read the rest of this entry »

As celebrações, os sentimentos, as diferenças

    Viver a vida como um desfile apático é perder a multiplicidade do sentimento. As alegrias têm muitas cores e as escolhas marcam diferenças. Nem todos celebram jogos, outros se preocupam com as desigualdade sociais e fazem da política um espaço único para consolidar suas afetividades. Não dá para resumir a complexidade da história, […]

Read the rest of this entry »