Posts Tagged ‘sonho’

O inesperado da vida

Não confunda o sonho com a permanência da vida. O sonho pode ser um fantasmo perdido ou uma desilusão disfarçada por uma perda cruel. Não meça a vida, nem escolha caminhos retos, a verdade é curva e as pedras não se foram do  mundo. Cada um conta sua história sem saber o futuro, com lembrança […]






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Nietzsche: ansiedade, oportunismo, cultura

  A história não requer confortos contínuos. Parece que é preciso que haja quedas. Elas se vinculam ao movimento de aprendizagem. A cultura traz invenções e toca nas sociabilidades mais permanentes. Isso significa dizer que há mudanças. Mas é preciso não confundi-las com progresso. Mire no século XIX. Observe as idas e vindas dos pensamentos, […]






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A história e astúcia

Conte as pedras da história sem sentir o peso, como se fossem metáforas transcendentais e agudas. Não acredite no deus que não dança, nem na sereia que não seduz. Mergulhe no mar da aventura numa embarcação velha, e compare-se com Ulisses inventando astúcias e risos. Não seja objetivo, dispense os gênios da academia e procure […]






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Os esconderijos da paixão

O calor do corpo é o início da paixão, e não a aventura sem nome e sem destino. Cada olhar solto significa um encontro, o tempo se entrelaça radicalmente com o desejo. A história do sentimento é uma crença, não suporta, porém, dogmas e apatias. A paixão não se faz com o silêncio, nem concilia […]






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As vozes e o finito

Não escuto as vozes do universo, sinto que há uma mudez contínua, as palavras sem sentido nada dizem. A inquietude revela a incompreensão, a história passa como uma corrida sem direção e fazemos promessas que não conseguem perdões. A conversa não constrói argumentos, mas raivas e vida termina arquitetando labirintos imensos. Não adianta afirmar que […]






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O mundo da travessia sem sonho

Há uma história que desiludiu Adão e Eva e  um pecado que persegue todos os homens e todas mulheres. Sinto que cada tempo é uma travessia com vestígios do passado, parece uma repetição disfarçada com armadilhas subjetivas. Visito as páginas das escritas que esqueci de ler, mas vejo um mundo de cores cinzas, chorando seus desencontros. […]






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A praça , a vida, a dança

Há um desenho na esquina com cores vermelhas, é um anúncio anônimo de quem se esqueceu d0 mundo. Sentados nos bancos, há sonhos de esfomeados que desconhecem o amanhã. Os cães, perfumados, acompanham seus donos e medem afetos especiais, como se a vida se transformasse sem observar a imagem do que se foi, como se os […]






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O beijo e o sonho

Há paraísos sem pecados, sem deuses, sem ansiedades. A imaginação desenha as possibilidades, mas tem limite, se desinventa. Cada tempo encerrado afirma que a morte não é ficção e a história vive de assombrações repentinas e loucuras avulsas. Não atravesse estradas conhecidas pelo medo e a covardia, não consagre o descuido, nem celebre solidões anônimas. […]






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Cada tempo, cada palavra, cada amor

  O verso não dito está perdido na origem indecifrável, não acredite, então, na palavra única e acabada. Há o tempo que é síntese mínima e profunda , aproximando as medidas desfiadas que pareciam distantes. Há a complexidade do desenho labiríntico e fantasioso, determinando a teimosia de caminhos inesperados. Nunca desistir e resistir no colo […]






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A partida do sonho

A violência parte os sonhos e desfaz os afetos no fluir do cotidiano. Parece que a história não se movimenta, nem busca o fim dos limites. Há angústias que se somam e desesperos que inibem a rebeldia. Cada canto do mundo se enche de ruídos e fantasmas inesperados. corta-se o corpo, quebra-se o encanto, maltrata-se […]






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