Posts Tagged ‘sonhos’

O que sei é o que sei e você?

Não compartilho com a famosa afirmação de que o que sei é que nada sei. Sócrates tinha razões, vivia outros tempos, firmava suas confidências. Sei e vejo muitas coisas, embora não negue as fragilidades. Há interpretações múltiplas. Vagamos no meio de tantos conhecimentos. E as novidades das informações? Portanto, as certezas querem se manter, mas […]






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Os espaços estranhos do mundo

qual o espaço que acolhe os sonhos e          sufoca o desejo de não fazê-los descartáveis?          tudo se estreita no controle das verdades negociadas          com palavras perdidas e significados vadios.          o mundo tem o fôlego da sua história e a escassez medonha         de sentidos que ultrapassem as culpas e as arrogâncias. […]






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A vontade do mundo

Não feche a porta, o mundo existe independente da tua vontade. Não adiantam prisões internas e secretas, nem sonhos sonhos que não toquem no real. Não testemunhe o concreto, nem imagine fantasmas obscenos. As teorias filosóficas perdem-se nas fabricações das lógicas. Mergulhe no que não tem forma, nos oeanos que precederam a invenção da argila. […]






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Os sonhos de uma República têm histórias

Os sonhos de uma República ágil e democrática devem ser persistentes. É saudável evitar abismos e  não conviver com repetições de desmanches. Ter cuidado com os alertas. Muito ruído causa dor nos ouvidos, torna enfadonhos os noticiários de espetáculos nada dignificantes. Por isso, é importante desconfiar de certas euforias progressistas. Os tempos se misturam. A […]






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Os sonhos flutuam nos tapetes mágicos da vida

Quem parte sabe qual o destino perseguido? Qual o significado de viajar pelo mundo desconhecendo os caminhos de chegada? Quem cultiva o sonho convive com o medo e o desespero ou mergulha em fantasias coloridas e brilhantes? Nem sempre quem parte visualiza seu desembarque. Pode ficar à toa, sem escolher o lugar definido, esperando algum sinal […]






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Fellini, travessuras, saudades, imagens, efêmero

                           Contemplar, quando se tem pressa, é uma impossibilidade. Não dá nem para sentir saudade. Os toques constantes dos celulares compõem uma sinfonia atípica. Será que existe ainda o tão portentoso reino humano? Resposta difícil, diante das tantas máquinas que ocupam espaços com volúpia. Mas a paciência é um exercício fundamental. Num cosmos, tão mecânico, […]






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