Posts Tagged ‘tristeza’

Jomard: as escritas afetivas do mundo




Rebelar-se não é sacudir o passado no lixo. As referências existem e não há como anulá-las. O mundo atual se perde quando deifica novidades e celebra consumismo doentio. Mais do que nunca, é precioso estar atento e forte. A mentira não  se vai e as ambiguidades ganham espaços incomensuráveis. As lutas se confundem com ódios […]




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Contar as tristezas




Não se esconde as lágrimas, nem se quebra espelhos. a vida não se entrega com a raiva que se forma. Cada momento escolhe deveres e se cansa dos tempos, mas o desespero provoca desistências e pesadelos. Como construir as arquiteturas históricas é desafio, pois desenhos vacilantes, obscurecem os olhares. Os sentimentos correm, escorregam, sobrevivem. As […]




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Cartografia: sentimentos soltos




Existem tristezas que correm o mundo, numa busca de esconderijos perfeitos. Nada pode se revelar quando os conflitos guardam vinganças passadas e desesperos sem cores. Cada passo é a aproximação de um abismo sombrio, nomeando a  solidão da divindade esquecida. O desenho das imagens perdidas lembram desaventuras, moradias de espaços opressores e vazios. A cartografia […]




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Assanhamentos




                                                                                                     Há o encanto que não se diz com palavras. provoca sonhos nos olhares e arrepios na imaginação. Há vidas que se perdem nos desertos divinos, como pássaros com voos sem destinos. Cada desenho conta uma história imprecisa, não cabe decifrá-lo, nem esquecê-lo, mas se desfazer das agonias. Somos simplesmente tardios e imprevisíveis, contamos […]




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Na sombra das tristezas e das saudades




Não há como fugir da imaginação e estreitar as saudades, elas não possuem formas definidas, nem tampouco calendários firmados. Conversam com sentimentos, arrastam lacunas, preocupam-se com a finitude. Há na saudade uma parceria com a tristeza, uma afirmação de desencanto. A saudade não é ausência, abstração romântica, labirinto de poetas. Ela multiplica as gravuras dos […]




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A fuga nua




deixei que a força da linha curva me entortasse o corpo, pulei pela janela para me livrar da agonia da memória de um quarto escuro, estreito, abandonado, quase morto. desfazia a vida na tristeza envelhecida e descontínua queria a fuga, o mundo da rua, a nudez sem segredos. as palavras parecem garantir os retornos das […]




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