Posts Tagged ‘vida’

As cores da vida solta

Busque no encontro das cores o desenho da vida que não se apaga, converse com Dali, Frida, Picasso, Matisse, Da Vinci, Andy Warhol. Não entre no espaço da violência que derruba a história e arruína o sentido. Há voos que são cegos, há verdades que se traem, há políticas que se escondem. Não despreze a […]

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As cinzas poéticas (para Mia)

Se meu corpo coubesse a travessia do tempo, eu rasgaria o mistério da eternidade. Não há como esquecer as histórias de dentro do sangue, elas correm, não estão mortas e nem recusam a melancolia da memória. Tudo se reinventa, sem pausa, se suicida, tem medo das larguezas da vida e do inferno vermelho. Não queria […]

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Solte-se da vida e do tempo, sem largar a ficção

A história que passa não está apagada. Quem vive o presente deve saber como complementar os tempos. Não se ligue só na mudança,  nem tampouco veja a mesmice em cada espelho. Nunca gostei de dizer que o que sei é que nada sei. É imenso o mundo. Alguma coisa me toca, não vivo flutuando sem […]

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Sinto, logo insisto e deixo as portas abertas

Contaria todos os sentimentos, mas não chegaria próximo da verdade. Não tenho pretensões. Sei que não posso viver sem o outro. Existem mágoas. Quem afirmou que os dez mandamentos resumem a história? O mundo é extenso, mas não é maior que a memória. O amor esquecido fica como uma sombra. Não pense que a vida […]

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O mundo de Mia Couto: encantos

Já escrevi muitos textos sobre Mia. Li seus livros com muita paixão. Seus escritos conversam com as palavras com uma intimidade emocionante. O mundo precisa de pessoas que sintam o afeto. O excesso de jogos de poder cansam e trazem discordâncias constantes. Quando surge alguém que toca na generosidade a celebração deve ser feita. Portanto, […]

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A escassez do sentimento

Imagine um mundo sem deuses, anjos, demônios, mitos e sinta a morte da fantasia, o flutuar da objetividade vazia. As mentiras e as verdades se confundem nas fronteiras frágeis do azul. Conte os desperdícios da razão e despreze o fogo  assassino das armas, e caminhe na estrada que fugiu do sangue inútil da conversa sem […]

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O fascínio do inesperado

Quem inventou a vida permanece invisível. Não faltam perguntas. Será que há uma eternidade escondida ou a morte está escrita no diário da cada vida? O mundo se modifica, ninguém duvida. No entanto, há sentimentos que retornam, há formas que se repetem, há desejos que navegam em nostalgias perenes. Sempre digo que escrever é uma […]

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A invenção da vida, a fronteira muda

Quem não costuma perguntar o caminho da certeza e fica insatisfeito ao saber que ele é duvidoso e tardio? A vida se inventa sem que firmemos os caminhos da lógica, a divisão das fronteiras se refaz quando a magia aparece com os acasos soltos e inquietos. Não há engano que arquitete destino e aprisione o […]

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Travessias do avesso e do exílio

Desenhei a estrada que contava todas as histórias distraidamente, parecendo estar no paraíso que só existiu para encantar a serpente. Havia pedras, cinzas, lágrimas, duendes, curvas e árvores arruinadas. Não pensei que as perdas pesavam e tinham encontro com destinos absurdos, nem busquei sombras para minhas aflições flutuantes e inexplicáveis. Fiz da estrada uma travessia […]

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Memória e vida

O jogo da memória tem regras que não cessam de ser reinventadas. A história é o reino do inacabado, não adianta segurar o tempo. nem tampouco fixar valores com tradições eternas. As partidas acontecem, os retornos são dúvidas, a vida não adormece com a saudade, mas se multiplica. Cada andança é busca que não tem […]

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