Posts Tagged ‘violência’

O fascismo tem memória, a política se desengana

Sentir as agitações do mundo não é fácil. Há muitos desenganos, a sociedade não consegue arrumar seus caminhos. Surgem inquietudes, sinais de que o bem e o mal estão de mão dadas , mas se estranham. Durante muito tempo, se dizia que os erros humanos podiam ser reconsiderados. Eles eram descuidos, falta de convívio com […]

Read the rest of this entry »

A história não se acanha e o tempo não para

    Adianta sempre repetir que a história é construção. Não é homogênea, está cheia de ruínas, vive desencontros e surpreende. Acontecem coisas que nos deixam tristes e outras que nos chamam para a alegria. É difícil se equilibrar, ouvir ruídos inoportunos, observar mudanças superficiais, assistir aos golpes dos azares articulados. Desistir e achar que […]

Read the rest of this entry »

A violência, os namorados, Cunha: a berlinda da história

O constrangimento fere os desejos alegres do cotidiano. Escrever sobre os poemas que podem visitar o mundo traz leveza. A vida está muito embaralhada, todos sacudindo raivas, decepcionados com as falências dos paraísos. Não faltam enganos, vontade de ir embora, descrença generalizada. Mas há lutas, grupos resistentes, críticas renovadoras. A divisão é complexa. Desconhecemos detalhes […]

Read the rest of this entry »

Há uma política no meio do caminho

Vestir uma roupa tornou-se um problema mais do que estético. As cores ganharam significados bastante expressivos do momento das confusões políticas. Usar uma camisa vermelha é uma risco. Não faltam adjetivos violentos e preconceituosos. Você pode ser agredido. Imagine os distraídos, os que não gostam de partidos. Mas quem aposta no charme do verde e […]

Read the rest of this entry »

O fascismo e a violência, a democracia e o afeto

Os acirramentos das disputas políticas são perigosos. Quando se joga fora o diálogo, cria-se suspense. Há uma série de julgamentos que se estende pelo cotidiano. A confusão provoca inimizades e histerias. As batalhas se dão nos mais íntimos recantos. O facebook é um território minado. Muita gente se esconde e troca a solidão pela  agressividade. […]

Read the rest of this entry »

Padura:as estratégias das violências assassinas

Continuo assustado com a leitura que fiz de Padura. Trata-se de uma obra notável. Uma denúncia que assombra e mostra a incompletude humana. A sensibilidade do escritor entusiasma, mas as manobras autoritárias  presentea na história amargam. Cada época tem seus lixos, suas escravidões, suas permanências. Isso nos traz dificuldades imensas. Quando me lembro das tragédia […]

Read the rest of this entry »

O Poder crucificado(p/ L. Padura)

Não narre a morte que pertence a um único mundo, mas sofra a dor que bate na utopia permanente. Desconheça a raiz que dizem ter feito a história, subverta as mentiras que caminham sem medo. Cada vida é uma busca de acertos esquisitos, cada identidade é argila que se fez pedra nua. Silencie, lamente, desmanche, […]

Read the rest of this entry »

Quem segura a bomba e a violência de KIM?

As ameaças do ditadores são constantes. Procuram afirmação. assustar o mundo, desmontar a solidariedade. Fazem a violência correr com um cinismo que quebra esperanças de futuro. Depois de tantos atentados, de fúrias gratuitas, o ditador da Coreia do Norte se lança prometendo uma bomba magistral. As reações tornam-se manchetes de jornais, mas  há outros países […]

Read the rest of this entry »

O mundo não é uma festa ou Paris não é uma festa?

Podia falar que flutuamos entre assombrações e acasos. Não tenho certeza. Especulo porque é precioso pensar, trocar o sono pelo sonho e tentar definir pedaços da história. No meio das inutilidades surgem surpresas e o ânimo se agiganta. As regras existem, como também as rebeldias. Mas há muitas diferenças nos caminhos das sociabilidades. Estamos todos […]

Read the rest of this entry »

A partida do sonho

A violência parte os sonhos e desfaz os afetos no fluir do cotidiano. Parece que a história não se movimenta, nem busca o fim dos limites. Há angústias que se somam e desesperos que inibem a rebeldia. Cada canto do mundo se enche de ruídos e fantasmas inesperados. corta-se o corpo, quebra-se o encanto, maltrata-se […]

Read the rest of this entry »