Você conhece Hitler?

 

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A história possui um movimento que desafia. Há contradições, lamentos, dissidências. Mas somos sujeitos da história. Há quem fuja, se diga neutro e busque navegar em riqueza individualista. Não podemos querer uniformidades. Existem escolhas. O importante é não perder as memórias das violências que retornam e ameaçam o cotidiano. Viver o aqui e agora é fundamental. No entanto, os tempos dialogam. Ficar isolado cria estranhezas. Portanto, a cultura é construída com aventuras. As complexidades pedem envolvimento e não, ausências. A política é responsabilidade e não, apatia. Não adianta usar máscaras e cantar orações.

Os momentos políticos inquietam, quando sacodem questões inesperadas. Estamos abraçados pelos extremos. As eleições se aproximam e a perplexidade aumenta. Hoje, as pesquisa balançam corações. Soltam-se denúncias e os ressentimentos voam. Ninguém sabe como caminharemos depois de tanta tempestade. A política possui ninho de surpresas. Analise o passado. Napoleão tornou-se imperador, Vargas era um ídolo autoritário. Fidel conseguiu derrotar Batista. Porém, não deixem de lado a figura de Hitler.

Foi escolhido para salvar a Alemanha das depressões quase absolutas. Surgiu do nada, com dizem alguns. Tinha muitas pretensões. Não era tolo. Pensava, tinha uma assessoria atuante. Imperialista e cheio de argumentos, convenceu muita gente. Admirava Paris, gostava de arte, proclamava o valor da ciência. Provocou entusiasmos. Era militarista, não poupou os países invadidos. Causou estragos impressionantes. Não estava só. Dialogou com Mussolini, com Stalin, espalhou ideias pelo mundo. Quem não se lembra dos integralistas? Nada de muito simples em sociedades desencontradas pelas misérias.

Na história, nem tudo vai para a lata do lixo. Houve genocídios. Hitler não ficou nas especulações. Como as permanências existem e incomodam! Há grupos de neonazistas retomando seus gritos e ódios. No Brasil, há quem siga as trilhas preconceituosas e reclame contra o excesso de paz. Prometem vinganças. Nem conhecem direito como o nazismo desfez culturas e cortou sonhos. O perigo é o apoio coletivo, a massificação, a mídia vacilante, a falta de reflexão. É preciso se olhar no espelho do tempo. Somos frágeis e desiguais numa sociedade repleta de ambiguidades. Quem se omite se entrega a uma covardia feroz.

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