Imaginações fluentes

Existe um mapa que nunca é um território,

existe uma memória que nunca se desfaz das agonias.

Há lacunas que se deslocam pela vida, voando como pássaros,

há ternuras que não conseguem aconchegos e se encontram nos pesadelos.

Num mundo de tantos perdões e culpas é difícil definir o ponto final.

Cada tempo carrega suas profecias e desconstrói seus labirintos.

Tudo possui o mínimo, mas não adormece sem a imensidão do sonho,

as utopias não deixam  a história se diluir, soltam a imaginação dos seus medos.

Os anúncios do fim quebram as turbulências das incertezas e

as palavras correm para testemunhar os significados.

Há cansaços que marcam a instabilidade da urgência.

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