Posts Tagged ‘tempo’

As intolerâncias tardias

Os amores se jogam na sorte que o acaso constrói, se estendem pelas estradas que estão cheias de pedras. Acredite na história inacabada e no desejo aceso e inquieto, ouça os silêncios apaixonantes e os ruídos assombrosos. A escrita de cada  tempo borda o voo inesperado, recria os mitos que deixaram os humanos alucinados. Coloque o ponto […]

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Verdades e significados

Não se cubra com verdades que são sempre diferentes, desconfie dos que se dizem absolutos, celebre a passagem do tempo. Anuncie a fragilidade de quem se encanta com os significados, sem escutar o som das palavras que nega profecias. Deixe Descartes cuidar do tempo que viveu e não esqueça de escrever o seu próprio discurso […]

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O tempo instável e indefinido

Envergue a dor que inventou a tristeza, não jogue fora a alegria que refez o sorriso, sem alarde. Há memórias insuportáveis e fantasmas do juízo final, despreze-os. Pense no circo medonho que feriu o palhaço, solitário e aflito. e espante a vida migrante que desmancha a sociedade. Abrace o tempo que reinventa o humano  e […]

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A longa trilha do sentido: a poeira do mundo

Quem estuda história gosta da falar do tempo. Possui, muitas vezes, uma visão seca e positivista, mas não deixa de se enquadrar nas famosas fases que marcaram as aventuras humanas mais grandiosas. Sou desconfiado. Estudo e ensino história levitando. Olho outras coisas. Observo as ambiguidades, as violências, as mitologias, todas cheias de dúvidas crescentes. Há […]

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Seguem os tempos, seguem as dúvidas, seguimos tontos

Depois das festas grandiosas, o mundo se enche da expectativa. Vivemos cercados de regras, de trabalhos, mas a história exige movimento. Tudo, na sociedade da tecnologia, não quer apatia, brinca, finge, disfarça. A ciência  sofre amarguras. O capitalismo não perde espaço. Sinto que as utopias adoecem rapidamente e a violência dá respostas que nos intimidam. […]

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As cores da vida solta

Busque no encontro das cores o desenho da vida que não se apaga, converse com Dali, Frida, Picasso, Matisse, Da Vinci, Andy Warhol. Não entre no espaço da violência que derruba a história e arruína o sentido. Há voos que são cegos, há verdades que se traem, há políticas que se escondem. Não despreze a […]

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Cada tempo, cada palavra, cada amor

  O verso não dito está perdido na origem indecifrável, não acredite, então, na palavra única e acabada. Há o tempo que é síntese mínima e profunda , aproximando as medidas desfiadas que pareciam distantes. Há a complexidade do desenho labiríntico e fantasioso, determinando a teimosia de caminhos inesperados. Nunca desistir e resistir no colo […]

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O cimento armado e as armadilhas do poder

As datas  e as ordens se sucedem de forma surpreendente. Não adiante precisão, fechar esquemas. Há desvios. Busca-se quebrar alguns rituais, mas se inventam outros. A sociedade está confusa na escolha das regras. O mercado age com habilidades, os políticos perderam caminhos e se ornamentam com discursos vazios. Uma desconfiança ganha força e gera rivalidades. […]

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O tempo não desiste

Não faça uma mapa com um território desigual. Busque uma geometria que tenha os traços dos olhos, dos amores que andaram apaixonados pela esquinas escuras. Conte história, minta, subverta, rebele a lágrima que está escondida. Os calendários congelados desconhecem o tempo, são máscaras. Há minutos que são dias, há rostos que são espelhos  e há […]

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Insinuações soltas

Não vale contar o passado envolvido por nostalgias e sentimentos perdidos O tempo se foi, retorna, possui outras cores, reinventa outras dores e as histórias quase adormecem nos divãs cafonas dos psicanalistas. Há transformações que vendem o futuro e apagam memórias. como se cada aventura decretasse a morte e o juízo final. Os anjos falam […]

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